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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Autárquicas 2015 - "annus horribilis"

Não sei o que se passa na cidade mais próxima deste jardim, mas sei que, na vila onde durmo, quando as eleições, quaisquer que fossem, estavam  na ordem do dia, por todo o lado se viam cartazes de apelo ao que, politicamente, estivesse em causa eleger.

Hoje, não! Hoje quase não há propaganda que se veja, hoje as eleições de que fala a televisão(essa, sim! - ma non troppo ...), fala uma ou outra rádio - mas tudo, das duas uma: ou não há dinheiro para "investir" em coisas tais, ou alguém concluiu que não adianta ... O que é importante é, se necessário, mover influências jornalísticas e ... e promover um ou outro comício, com a eventual ajuda da filarmónica local ou de outra, a preço acessível. De borla, se puder ser...

E como "o hábito faz o monge", lá nos esperam na mesa de voto - na esperança (cada um com a sua) que o povo ordene. Sem grandes despesas para as retaguardas  partidárias, que tentaram dizer tudo em televisivas entrevistas que, no cumprimento da lei, foram proporcionadas. Isto é, austeridade SEMPRE! Que a gasolina está cara e o papel também.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A aldeia e o apelo (eventualmente desnecessário) ao colectivo *

ruadojardim7, presente!

Governar em minoria, isto é, gerir o quotidiano. Assumir o risco de a montanha ter que parir apenas ratos ... Mas apelar permanentemente à inteligência. Isto é, inteligência mais forte do que "ordens do partido". Vontade colectiva organizada, de facto, em redor dos anseios da maioria. Ou ter que voltar a zeros e ... e assumir a responsabilidade da estagnação ou do eventual retrocesso. As imagens não dizem isto, mas individualmente observadas dizem ... ruadojardim7 esteve lá. E viu. Alianças precisam-se! - se é que, a esta hora, em nome do bom senso, não estão já formadas.






























































*PS - após nova assembleia, acaba de chegar a notícia do bom senso: HÁ MAIORIA PARA CUMPRIR PROMESSAS E TRABALHAR COM A DETERMINAÇÃO PROMETIDA.

Aqui ACREDITA-SE.


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Rescaldo de uma campanha eleitoral

A gente chega à aldeia, bem no centro do país, e o que encontra é o país ... Ele todo: discretamente triunfante ou ostensivamente sisudo: os cartazes que, em plena campanha eleitoral, tinham sido lidos de relance e os que, aprofundadas que estavam as lições do passado, se percebe que houve ali estudos de estratégia. Notório é, como foi, a diferença financeira em contenda, no tamanho dos cartazes, sobretudo: formato A3 uns, "ligaduras" gigantes outros. Mas é nas propostas encontradas quando se abrem as portas das casas de morada sazonal que se consegue o resumo da refrega:

A3 a quatro cores, para os de finanças mais expressivas.

A5 ou A6 para os de menos posses.

Nos A3, à "abundância" de espaço correspondem, em regra, fotografias sorridentes, tiradas tantas vezes quantas as necessárias para passar uma imagem de confiança, a partir de um sorriso discreto, mas em que, de preferência, se vejam os alvos dentes.

Nos A6, por exemplo, em regra, rostos tisnados pelo sol, mas, sobretudo, braços peludos e ao léu, que, se a técnica permitisse, cheirariam a suor...

No domínio das propostas, a regra geral é prometer sem prometer. Dizer metades ...

Ou, por insuficiência cultural, mas arrogância uma vida inteira contida, qualquer coisa como, para arrasar ou gozar, ao menos hoje, com uma ideia provocadora de conversas, não importa em que tom:

"Efectuar diligências no sentido de promover (a aldeia) a capital nacional das favas."

Dominador comum a todos os candidatos: gravata NUNCA ou excepcionalmente.

Óculos graduados, sim, sobretudo para candidaturas presidenciais ...




















Quanto à localização das faixas de propaganda, fundamental "chegar  primeiro" aos locais de maior concentração populacional e usar um discurso legível de dentro de um automóvel a 60 km à hora, mas que seja rapidamente "escondível" em caso de derrota ...

Entretanto, se o dinheiro disponível tiver sido escasso, qualquer folha de papel branco, impresso a uma cor, no formato A5 serve para meter por baixo das portas por voluntários de ocasião, ou não.

Jornais de campanha podem significar luxo, embora não devam ser considerados de somenos importância ...

Folhetos a cores com imagens de um eventual passado dedicado "à Coisa Pública" podem ser importantes, sobretudo nas caixas de correio de moradias ou andares comprados em propriedade horizontal.

Uma quantas centenas de "fotografias" de um imaginário boletim de voto com a cruzinha colocada sem enganos, pode resultar nas localidades de gente menos letrada.

Em qualquer caso, se possível, é uma apropriada escolha da citação de discursos dos candidatos que faz uma diferença "decisiva" (com indicação sumária da sua formação académica ou outra eventualmente relevante).

E assim se ganha ou perde - como se nada fosse, se tiver que ser.

domingo, 29 de setembro de 2013

Portugal - Eleições autárquicas 2013

Ouvidos os diferentes arautos dos partidos políticos concorrentes às lusas eleições autárquicas, o que se conclui é que ninguém perdeu.

A rua, com a maior humildade, pensa o mesmo. E está aqui como aquele feirante que, não tendo dotes oratórios para "vender a sua mercadoria", se limitava a gritar, depois de ouvir a propaganda do vizinho:

E EU TAMBÉM!...

É isso...

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Autárquicas - as bases












Não é que esteja interessado em qualquer tacho politico, mas a verdade é que, pensando um pouco, por exemplo, numas quaisquer eleições autárquicas, não posso deixar de referir aqui a importância das assembleias, espontâneas ou não, que, quase diariamente, se realizam nos bancos da ruadojardim, ou, se quiserem, nas ruasdosjardins ... Isto para, de algum modo, puxar a brasa à minha sardinha e dizer que este blogue, no fundo, acaba por ser assim a modos que um jornal das bases, das verdadeiras bases que, não convocadas pelo correio ou pelas televisões, aqui se reúnem para perorar sobre aquilo que verdadeiramente as interessa e que, no caso, são sopas e descanso ... Sopas que, entenda-se, é o seu dinheiro para gastos; descanso, que inclui a saúde e a manutenção permanente do banco, por exemplo. Coisas simples. Onde também não se pode ignorar a conservação da natureza, a limpeza do espaço envolvente, Mas pouco mais...

Se, entretanto, se quiser ampliar este conceito basista, a partir de um banco de jardim, é fácil concluir em quem se deve votar para as Presidências - a da Câmara e a da Freguesia. Numa palavra: sem medo dos substantivos (bancos, jardins, coretos), assumo aqui a minha candidatura à coordenação do poder autárquico do meu banco preferido na ruadojardim.  Sete, número sete, para ser mais preciso.

Donde, minhas Amigas e Amigos, apareçam. Votem Jardim7! É que se cada um votar na sua "célula-base", na que conhece bem ... outro galo cantará ...

E, com isto, vou pôr no lixo a baralhada que me têm posto na caixa do correio ... Com toda a gente a dizer o mesmo - com ou sem provas dadas, mas toda, toda, AGORA, muito dialogante ... Sem, ao menos, um banco de jardim para amostra ...

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Portugal - Eleições Autárquicas 2013

CARTAZES em Lisboa

S E A R A    Em Lisboa com os dois pés

Seara diz no cartaz da sua campanha eleitoral para a Câmara Municipal de Lisboa que vai estar na cidade "com os dois pés". 

Fiquei preocupado.




quinta-feira, 18 de julho de 2013

Peixaria lusa

            
                           Na antevéspera 
                  das Luso-Autárquicas 2013,                           antevisão-síntese à boca do mercado:

             prevê-se grande fartura de polvo.

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