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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Velhas notícias que a História fixou (JORNAL NOVO) - 31

"Os Partidos Políticos vão acabar?"

Actualize-se a pergunta hoje-2015:
DAVA JEITO?...

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Velhas notícias que a História fixou (JORNAL NOVO) - 29

Na altura em que a História está acontecer, a gente não sabe ...
A mim, o que me faz alguma impressão é não ver agora sinais dos "soldados" de Afonso Henriques, ainda vivos a dizer-nos como foi... O que significou, no caso, para Portugal
o que fizeram e o que fizeram fazer.

Por exemplo, que o Jornal Novo nasceu no Hotel Altis, em Lisboa e que o chamado "grande capital" pagou o que a irreverência de Portela foi concebendo, etc.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Velhas notícias que a História fixou (JORNAL NOVO) - 28























Álvaro Cunhal salvou o PCP afastando Vasco Gonçalves,
escreveu Armando Rafael há 10 anos (10-08-2005)

"Quarenta e oito horas depois de o V Governo Provisório ter tomado posse, o PCP reuniu, discretamente, o seu Comité Central (CC) em Alhandra para ouvir Álvaro Cunhal alertar o partido para a forte possibilidade de Vasco Gonçalves poder ter os dias contados como primeiro-ministro.
Foi um discurso proferido a 10 de Agosto de 1975, recheado de improvisos que só viriam a ser integralmente conhecidos anos depois, e que caiu como um balde de água fria para quem não esperava ouvir o secretário-geral do PCP tirar o tapete a uma figura com a qual os comunistas tanto se identificavam.
Ao ponto de lhe terem prometido resistir a todas as ofensivas, garantindo total solidariedade - Força, força, companheiro Vasco, nós seremos a muralha de aço.
Um slogan mobilizador para quem se identificava com a governação e o estilo do Companheiro Vasco, mas que não resistia à análise fria dos dirigentes comunistas que se moviam nos bastidores do Processo Revolucionário em Curso (PREC). Como Álvaro Cunhal, Jaime Serra, Carlos Costa, Octávio Pato ou Carlos Brito.
Todos eles já tinham percebido que os comunistas e, em especial, a esquerda militar que lhes era afecta (gonçalvistas) não tinham, naquele momento, força suficiente para impor os seus pontos de vista, razão pela qual era necessário reformular a estratégia que estava a ser desenvolvida (...)"

E é, foi, o que se sabe ... Mas talvez não deixasse de ser interessante SABER TUDO, mais do que o artigo aqui acima apenas aflorado tenta esclarecer. A mentira ou a eventual meia verdade não é compatível com a DEMOCRACIA PLURALISTA de que toda a gente fala. Atenção ao discursos que por aí devem estar a ser preparados, com ou sem Vascos ... A ruadojardim7 não se "vai meter nisso", mas irá estar atenta ... No mínimo, é, será divertido ... 

Faz-se notar que um banco de jardim é a mais pequena assembleia pública (BASES?) que se conhece

sábado, 8 de agosto de 2015

Velhas notícias que a História fixou (JORNAL NOVO) - 21

DIRECÇÃO 

Artur Portela Filho, jornalísta e escritor

"Artur Portela (Lisboa30 de Setembro de 1937), que assinou Artur Portela Filho até aos anos 70, é um escritor e jornalista português.
Nascido numa família de escritores e artistas, com formação académica em História, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
foi redactor do Diário de Lisboa, nos anos 50. 

Fundou e dirigiu o diário Jornal Novoem 1975
na fase imediata à Revolução de Abril."



ADMINISTRAÇÃO

Eng. António Vasco de Melo, 
presidente da Confederação da Indústria Portuguesa

Dr. José Manuel Morais Cabral, 
um dos fundadores da Confederação da Indústria Portuguesa

Dr. Carlos Robalo, 
que foi lider da bancada do CDS (1975/1978)


Do Estatuto Editorial do JORNAL NOVO
"Um jornal novo para a construção de uma sociedade nova"

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