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quarta-feira, 4 de março de 2015

História do homem que andava a ensinar o burro a ler









"(...) Em seguida, o vendedor disse que antes de morrer gostaria de se redimir de sua culpa perante o rei, realizando uma “proeza” jamais vista por rei nenhum na face da Terra. Admirado da inteligência do vendedor o rei, que adorava novidades, perguntou qual seria a surpresa.
E o vendedor foi logo respondendo. Prometeu ao rei que faria o burro cantar o hino nacional para Sua Majestade se lhe fosse concedido mais um ano de vida para ensinar o burro a cantar o hino nacional.
Foi um estrondo entre os cidadãos que estavam na praça! O rei ficou admirado e como gostava da novidade estabeleceu o prazo de um ano para o vendedor retornar com o burro para este cantar o hino nacional em praça pública.

Do contrário, a sentença seria cumprida e o vendedor seria enforcado, esquartejado e, após ser queimado, as suas cinzas passariam pelo moinho e, finalmente, iriam para o pilão para serem amassadas e jogadas de cima do monte mais alto para não ter escapatória e evitar da alma do vendedor sair cachingando depois da queda das suas cinzas.
Em seguida, o rei ordenou ao carrasco que tirasse a corda do pescoço do vendedor e este saiu correndo e pulando de alegria pelas estradas. Mais atrás, o seu ajudante o acompanhava puxando o burro por uma corda.
Ao encontrar o vendedor deitado na sombra de uma árvore e feliz da vida o ajudante perguntou: como é que você vai fazer o burro cantar o hino nacional para o rei num ano? A resposta do vendedor veio ligeira:
“Em um ano ou morre o rei, ou morre o burro, ou morro eu…” 

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

IRS - defenda-se!

"Com a entrada em vigor do novo IRS, deverá sempre solicitar a emissão de fatura com o seu número de contribuinte em todas as despesas que realiza, de forma a poder beneficiar das seguintes deduções à coleta:
 
  • 35% das despesas gerais familiares (por exemplo, despesas com supermercado, vestuário, combustíveis, água, luz, gás ou outras), até ao máximo dedutível de 250 euros por sujeito passivo (corresponde à realização de despesas até 715 euros por sujeito passivo);
  • 15% das despesas de saúde, até um máximo dedutível de 1.000 euros;
  • 30% das despesas de educação, até um máximo dedutível de 800 euros;
  • 15% das despesas com rendas de habitação, até um máximo dedutível de 502 euros ou 15% das despesas com juros de empréstimo à habitação, no caso de casa própria, até um máximo dedutível de 296 euros;
  • 25% das despesas com lares de 3.ª idade, até um máximo dedutível de 403,75 euros;
  • 15% do IVA suportado em cada fatura relativa a despesas nos setores da restauração e hotelaria, cabeleireiros e reparações de automóveis e de motociclos, até um máximo dedutível de 250 euros.
 
O cálculo das despesas a considerar no seu IRS passa a ser baseado no sistema e-fatura, de forma a simplificar-lhe a vida. Basta que exija faturas com o seu número de contribuinte nas compras que realiza para que as empresas sejam obrigadas a comunicar as faturas à Autoridade Tributária e Aduaneira."


Obrigado pelo e-mail, caro CM!

domingo, 23 de fevereiro de 2014

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

O forcado ficou tetraplégico e as Finanças souberam ...

É a imprensa diária de hoje que o lembra: Nuno Carvalho, forcado da Moita, aos 26 anos, ficou tetraplégico  numa corrida de touros em que participou no Campo Pequeno. Entretanto, para fazer face às novas dificuldades, os amigos, promoveram uma corrida especial que teve uma receita de 115 000 euros. A que, as Finanças, carentes e cegas, retiraram 15 000 euros de IVA e 11 500 de Imposto de Selo, isto é, na circunstância, 26 500 euros de impostos. Sem quererem saber de desgraças. Nem menos um cêntimo ...

 Os amigos vão agora promover outra corrida, desta vez na Moita, para lhe tentarem conseguir fundos destinados à necessária casa adaptada em que vai ter que viver doravante.

Sabe-se que os carentes são muitos e que o dinheiro é pouco. Mas falta aqui qualquer coisa ... Ou não falta? ... Que gente é esta? No mínimo, é gente, zelosa, sem dúvida, mas só isso. 

Comenta-se, aqui, no Jardim, com sorriso amarelo: então e as caixas de esmolas das igrejas, deviam ou não estar seladas pelas Finanças? Analisem-se os casos em que o fisco não mexe ... Casos como este no Campo Pequeno não deveriam ser analisados de forma particular? 

"Ah, mas era uma festa, e tal e coisa ... Gente com posses ... Não pode haver excepções ..." 

Qual história: há no meio de tudo um tetraplégico ... Só a cadeira custa entre 25 000 e 30 000 euros ... E forcado em causa tem 26 anos.

Estranha moralidade na acção é a de quem também vive da desgraça alheia...

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Novo "papel higiénico" com IVA reduzido











Saúde mais cara, não é uma boa coisa, claro.


Água mais cara não é uma boa coisa, é evidente.


Papel higiénico mais caro, é retrocesso, sem dúvida.


Concordemos, entretanto, que se tudo o que se acaba de escrever continuar a ser verdade, vai haver muito retrocesso indesejável no luso quotidiano. 


Por exemplo, se se confirmar que os jornais vão chegar às mãos dos leitores com  IVA 6% e se ao papel higiénico, por exemplo também, se insistir em adicionar IVA 23%...


as alternativas vão ser escassas ...


Embora ... embora, nas aldeias, em particular, haja sempre o velho recurso ao campo, em especial, no Outono, com o cair da folha ... Que, em princípio, não tem os inconvenientes das pedras, por muito lisas que sejam, e sempre é melhor do que papel de jornal a taxa reduzida, embora este possa constituir uma excelente oportunidade para, com o devido respeito, mandar à merda algumas notícias. O que já não é mau, conceda-se.



segunda-feira, 8 de agosto de 2011

O preço do sol - taxa turística a ponderar

Quando adormeci na cadeira, à beira da piscina, ainda estava meio sonâmbulo da noite que ficara para trás.
De repente (duas horas mais tarde?...), acordei com o sol , sem cerimónias, a dar-me em cheio nas pernas e o meu olhar bateu de chapa no azul do céu que, pelos modos, se instalara para ficar, como que a desforrar-se da neblina espessa, às vezes com borrifos, que se fizera sentir na véspera (uma coisa mais inglesa do que nossa, acrescente-se ...).

O que agora se via era, com efeito, um Verão sem rancores, talvez até especial para português ver e usufruir. Dir-se-ia condição atmosférica como que encomendada pelo governo em exercício, a precisar de fazer algo popular ... 

Seja como for, o dia pôs-se azul a valer e tinha a luminosidade a justificar, a lembrar, em época de carência de receitas públicas, a necessidade de uma taxa turística de sol, cobrável nas lusas fronteiras - terrestres, marítimas e aéreas.

O Criador, por certo, não se importará, e há-de concordar, nem que tenha que consultar Fátima, que do que se trata não é de uma abusiva taxa sobre o usofruto do Sol, mas de uma simples autorização de cobrança ... para nos ajudar ...

Numa expressão com poucas letras:

à falta de melhor solução, em Portugal tem o meu voto uma TAXA DE SOL que ajude a reequilibrar as despesas que temos com ele: secas, incêndios florestais e outras calamidades (ver "post" anterior) que afectam regularmente o nosso Produto Interno -  Bruto.

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