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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Ofereceram-me UMA, comprada em Bruxelas, salvo erro ...*

                     * Está esgotada. Mas tive sorte: esta ficou com tiques...

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Computa dores

Quando quiseram que eu aprendesse a trabalhar com computadores, puseram-me em frente de máquinas como estas, que rejeitei ... Depois, passadas dezenas, várias dezenas de anos, "deram-me" isto, em forma de "dossier" ... E lá teve que ser...

                                                     Fica, sem novidade por aí além, 
                                             o documento fotográfico do que "isto" foi... 







sábado, 10 de janeiro de 2015

A solução ...






- Obrigado, Prima! Só tens para notas de 100?

terça-feira, 29 de julho de 2014

Soprar em S. Bento e Bruxelas

Não sei quantas vezes terei pedido a quem penso saber disto, que me dissesse como é que isto (computador) se toca ... Mas também não sei quantas vezes fui solicitado para fazer exposições escritas a Bruxelas a solicitar apoios, cartas a pedir à Junta de Freguesia ou à Câmara Municipal X ou Y uma ajudinha para ... Mas é um pequeno papel que me chegou à mão que, de algum modo, determina a minha, agora pública, disponibilidade para, a preços a combinar caso a caso, escrever, pedinchar o que quer que seja às lusas, e outras, autoridades.

Com efeito, se um Cardoso Pessoa, de Unhais da Serra, por exemplo (é o caso), se oferece para pifaradas, zabumbadas e gaita de foles, porque é que eu, que "arranho umas coisas" na função de pedinte público, não hei-de oferecer os meus préstimos para solicitar a S. Bento ou a Bruxelas, por exemplo, o que, não me parecendo injusto, possa "ter cabimento" orçamental e ajudar o meu semelhante?

Portanto, meus Amigos, fica dito: aqui, onde me lêem, estou disponível para usar esta espécie de gaita de foles, que é a imaginação, para o que der e vier. A preços módicos, de resto. Aliás, há administradores e directores nas empresas por onde passei que conhecem bem o meu estilo e os "proveitos" dele obtidos ... Sopras bem, amáveis, dizem-me.



quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Automóveis - veja como se monta um popó







   Na Feira da Ladra dos Temas e Palavras ...
hoje, o POPÓ ... Mas também, a propósito de        desemprego, a realidade que obriga a uma cada vez     maior e mais sofisticada especialização do HOMEM,
centro de todas as conversas e CAPITAL de tudo ...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Evolução - para falatar...

Chegado ao escritório (1951), fresco de escola, que, aliás, continuei a frequentar à noite, a primeira pergunta que me fizeram, depois das apresentações, foi: sabes somar? Lembro-me muito bem da surpresa com que recebi a pergunta, mas também não me esqueço da "prudência" com que não respondi à duvida do meu novo colega. Fiz bem. Ele pretendia saber se eu estava, ou não, habilitado a somar à máquina... Claro que não estava. Mas fiquei de pé no ar para a diversão que se adivinhava... Dias depois, puseram-me, então, frente a uma calculadora que teria de comprimento mais de meio metro e fazia as operações elementares todas graças ao manuseamento adequado de uma manivela que tinha à direita e que, rodada com destreza, dava rapidamente, por exemplo, quantos eram 9 x 9 - e outras "habilidades"... "Que maravilha!"..., pensei eu, que vinha da velha ardósia e da necessidade de saber o essencial de cor e salteado...



Depois, depois o progresso tomou conta de mim: se queria aumento, no fundo, tinha que revelar desembaraço na calculadora comprida e ... e noutras (recordo, por exemplo, uma FACIT, mais pequena do que uma caixa de sapatos de criança...). Os grandes heróis, contudo, nessa altura, eram os que conseguiam somar, sem máquina, colunas de números de três e quatro algarismos em colunas manuscritas de um metro de altura e/ou de largura, que haviam de conferir com o total mensal (lateral e vertical)  do expedido para os diferentes agentes em todo o país.

Entretanto, os anos passaram, apareceu a IBM a alugar os seus computadores e lá fui eu, de bata branca, para a chamada Mecanografia. Foi a época do cartão perfurado.


 Com efeito, havia uma perfuradora, uma separadora e uma tabuladora. Três máquinas a requerer curso fora de portas. Fui mau aluno... 60 e poucos por cento foi a média obtida depois de semanas de lições externas. Fiquei por aí: orelhas de burro, ao lado de um colega que, não dormindo para rentabilizar o equipamento (alugado. A IBM não vendia), trabalhava dia e noite e ... e assim morreu esquelético, tuberculoso...

Nunca mais quis saber destas gerigonças... Nem mesmo, quando, "por amabilidade", disse sim a um curso básico sobre computadores. Novo falhanço!...

Mas, então, agora - aqui?... Claro, AGORA e AQUI - sim! Porque ninguém me "obrigou". E porque o saber é feito como, nomeadamente, ensinava o Prof. Agostinho da Silva. Isto é, correspondendo a perguntas. A necessidades sentidas. Não há manuseamento de máquinas a 400$00 de salário por mês, nem tabuladoras ao cronómetro. Há computador portátil aprendido, no essencial, para brincar... E isso fá-lo, bastas vezes, divertido, digo eu, que nasci a comer giz...E hoje me acho aqui a folhear a história dos computadores electrónicos. Que me fascinam - como os tigres no Jardim Zoológico, de que me aproximo... Cautelosamente. Para escrever estas coisas que, se não divertem, me divertem. E, acho eu, fazem excelente companhia quando manuseados num banco de jardim, como é o caso, sobretudo, num dia lindo como o de hoje, em que, como diria Vergílio Ferreira, apetece falatar.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Internet para todos

Esta fotografia é dedicada  a TODAS as Juntas de Freguesia da minha terra.
Na certeza de que o nosso Primeiro-Ministro, pelo seu lado, não deixará de vos oferecer um Magalhães idêntico ao que deu, por exemplo, a Hugo Chavéz

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Think, andam por aí com puta dores

1970 - realidade vivida e... e desabafada nos, agora, "papéis velhos":


"O silêncio não era total. No entanto, as portas eram duplas e o tecto recebera um tratamento especial que abafava todos os ruídos que, eventualmente, pudessem  vir do piso superior. Nem o zumbido de uma mosca havia a perturbar a atmosfera que desejavam tranquila. Tinham, por isso, unicamente a palavra as máquinas que, embora concebidas para não produzirem ruídos, não os conseguiam evitar quando se tratava de deitar cá para fora infindáveis listas de papel com buracos à esquerda e à direita e dígitos por todos os lados.


Então o silêncio era quebrado. De resto, apenas três homens de bata branca ali andavam carregando botões.

De quando em vez, vinha um ou outro de uma sala contígua que trazia uma espécie de bobina de filmes, desses que a gente vê nos cinemas. Meia dúzia de palavras ouviam-se então, mas sem jeito de linguagem humana.


Entretanto, iam-se acendendo luzes vermelhas, sinais esquisitos a que aqueles homens da bata branca correspondiam quase sempre com um gesto preciso, mecanizado. E as luzes vermelhas apagavam-se. Outras, entrementes, acendiam-se. E o silêncio era quase total. Nem uma mosca, nem uma palavra de gente, uma graça: apenas o barulho do papel a sair de uma máquina como lenços de ilusionista a "nascerem" do cartucho de jornal. Sempre mais, mais um em ritmo uniforme, mas aqui perante a aparente indiferença dos da bata branca.

Para além do quase silêncio que se verificava era também a monotonia do branco: paredes brancas, tectos brancos, batas brancas...


Nem uma flor. Apenas nas paredes uma legenda: "think". Pense! Com efeito, ninguém falava. Todos pensavam. Mas em quê?

Tudo branco. Tudo silêncio.

"Não, não, não! Basta! Estes homens dão em doidos. Luzes que se acendem. Luzes que se apagam. Vermelho, amarelo. Bobinas. Dígitos. Códigos. Programas. Batas brancas. Paredes, tectos brancos. Solidão. Basta!...

Mas abandonar as máquinas? Não, não, também não!

Encruzilhada.Que fazer?

In for má ti ca? É a informática?...

Desculpe, aqui é Waterloo. Queira recuar!... Traga-me flores. Rosas vermelhas. Pinte-me estas paredes de cores alegres. Não pode?... Micróbios? Os micróbios matam? E o branco? Não pode haver poeiras?  Vai matar as máquinas?"

Think!  Era a ordem. E todos ficavam ali em profunda meditação... Por ordem da IBM, que tinha uma policlínica para todos os casos... Onde se fazia pagar bem, claro.

Estava-se na pré-história. Do computador. Desta "coisa" - que veio ao mundo em formato gigante.Na segunda metade do século passado - ou antes, parece...

Entretanto, tudo evoluiu: hoje já se podem ter flores ao pé da "máquina" e até ir para o jardim brincar com ela ...Chamam-lhe com puta dor.

Aumentou foi a dependência... Tem que se "tomar" todos os dias... Mas continua a haver policlinicas disponíveis. Até mesmo para desarranjos nos operadores, que, eventualmente, podem ser vistos, por exemplo, na avenida do Brasil, em Lisboa, ou ... ou no...

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Desafio

No dia em que, entre nós, o tema Novas Tecnologias esteve "em cima da mesa..."

De repente, onde estavam 6000 (seis mil) fotografias não está NADA! A não ser que se  possa e queira pagar uma "recuperação" que pode custar uma pipa de massa.


S o c o o o r r o!!!


 Os nossos dados pessoais, as coisas importantes dos Estados estão agora quase todas em formato digital e insiste-se que não se perdem porque, chegada a altura, "a estrutura" está preparada para copiar, copiar e voltar a copiar... Antigamente dizia-se por graça: "...pode deitar fora depois de devidamente copiado à máquina..."


Acabo de vir do Museu da Fotografia, devidamente climatizado, creio,  onde a HISTÓRIA está em papel. E há, portanto, fotografias originais do "tempo dos reis"...Tratadas, como é óbvio.


Conclusão: embora esta "conversa" pareça CONTRA o digital, urge pôr os chineses, ou outros, a trabalhar na  preservação - contra a traça do efémero das chamadas novas tecnologias, nascidas para dar de comer aos desenfreados da sociedade de consumo - que se consome a si própria, sem dó nem piedade. Um pouco na velha lógica de quem vier atrás que feche a porta...


Vamos inventar o DURÁVEL, sem a lógica da cópia da cópia, e pensar numa arquitectura social baseada no NOVO, livre de canalhices... 

Não acredito que, por isso, tudo arrumado, falte trabalho. O que pode não haver é "engenho e arte" para o NOVO que não seja autofágico...

Ou há interesses a impedi-lo? Perguntem ao Bill Gates, que deve saber.

Faça-se a revolução do digital para um neodigital que gritantemente faz falta.

Digam aos laboratórios que estão a ficar obsoletos...Gritem isso às universidades.Digam aos netos que podem vir a não ter passado.


SOCORRO!!!
 Foto Mónica Ponce

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Mudam-se os tempos... *

Em meados de 1975, Artur Portela, então director do "Jornal Novo", tentou fazer (não me lembro se conseguiu) com que a edição do "seu" vespertino se imprimisse e vendesse "simultâneamente", na Grande Lisboa e no Grande Porto. Para isso, a ideia era enviar para a Invicta, no combóio Foguete, o mais cedo possível, qualquer coisa como o "duplicado das películas"  que iria permitir imprimir ali, em tempo útil, uma edição alfacinha do jornal - desde logo, com "sabor a tripas"... Estamos a "falar" numa tiragem TOTAL de ... de 50 000 exemplares (?).


Entretanto, "mudam-se os tempos..."


Bem sei que é um semanário (semanário grátis com intuitos publicitários, não importa...), mas, de qualquer modo, no caso, a DICA, dos supermercados LIDL, declara na sua ficha técnica o seguinte:


Tiragem total: três milhões cento e quarenta e dois mil seiscentos e doze exemplares (!!!)
Redacção/edição e pré-impressão: em Linda-a-Velha.
Publicidade: em Portugal.
Impressão e acabamentos: em Madrid.
Distribuição gratuita: em Portugal.


Coisas...

* "Sou do tempo"  em que se dizia que, para "não se perderem os combóios" em Sta. Apolónia, os polícias em Lisboa, entre a avenida da Liberdade e aquela estação de caminho de ferro, estavam "comprados" para fazerem "vista grossa" à marcha veloz e ininterrupta dos carros de distribuição do "Diário de Notícias". 

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