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terça-feira, 28 de julho de 2015

Arte e xadrez

         " O xadrez possui toda a beleza da arte e muito mais. Não pode ser comercializado. 
                                              O xadrez é muito mais puro do que a arte." 

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

O Xadrez e a Vida

"Xadrez é um jogo de tabuleiro de natureza recreativa e competitiva para dois jogadores, sendo também conhecido como Xadrez Ocidental ou Xadrez Internacional para distingui-lo dos seus predecessores e de outras variantes da actualidade. A forma actual do jogo surgiu no Sudoeste da Europa na segunda metade do século XV, durante o Renascimento, depois de ter evoluído de suas antigas origens persas e indianas (...)." - está gravado aqui, onde deve estar, mas a história que o terá inspirado talvez se possa sintetizar nos dois tabuleiros que se mostram a seguir, em pinturas de Emília Alves:
Aqui, ganha o PODER
Aqui, ganha o POVO
                                         Complicada a vitória do POVO.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Xadrez nas aldeias de Portugal? Alô, Dominguizo!...

Em Portugal, tal como se conhece hoje: tabuleiros públicos de xadrez, nas cidades, não! Tabuleiros públicos de xadrez na vilas, não! Andam vândalos à solta. Vândalos, ladrões e certos negociantes do roubado ...

A experiência, a fazer-se, deveria acontecer, poderia acontecer, nas aldeias (é a sugestão!) onde a curiosidade é grande e o sentimento de pertença comunitária é incompavelmente maior do que nos grandes e médios espaços urbanos. Numa palavra, a sugestão é pôr as vilas a aprender com as aldeias, para a seguir as cidades aprenderem com as vilas. E, daqui por uma décadas, em casa e em qualquer lugar público, poder haver um divertimento absorvente no melhor sentido - e, eventualmente, "de borla", numa possível zona pública, ajardinada ou não. 

Veja-se a fotografia, no caso, no espaço de um grande empreendimento hoteleiro, mas podia ser num qualquer Dominguizo, por exemplo, que é uma pacata aldeia da Beira Interior.

Se concorda, não se limite a dizer que sim com a cabeça, provoque os dinamizadores habituais destas coisas ... E insista. Insista que xadrez faz bem!... Alô, Beira Interior, por exemplo! Alô, Dominguizo, que é terra de gente séria, a dois passos dos saberes universitários que lhe chegam da Covilhã, nomeadamente. Mas são muitíssimas as hipóteses a nível nacional, diz-se aqui na rua.


























sexta-feira, 26 de outubro de 2012

LER xadrez, melhor do que jogá-lo ...

Jogar xadrez é, como tudo, fácil - desde que se saiba. Dificil, difícil é LER xadrez. Porque o jogo de xadrez tem lá tudo: é só saber-se ler ... Embora quem jogue apenas para se divertir esteja no seu direito, no mesmo direito de quem joga para ganhar ... Contudo, LER, ler é que, por vezes, é só para ... para alfabetos. 

A fotografia mostra um mate de bispo. Será um mate teórico, porque, na prática, entre quem sabe da coisa, é praticamente impossível... E se se quiser transportar para a vida real a mesma situação? Aí a Igreja, o Bispo, derruba o rei ... "Derrubar um rei?..."

De LEITURA política complicada este jogo para todos, onde, apesar de tudo, há muitos Mestres. Mas, se calhar, mestres só de tabuleiro. Incapazes, quem sabe, de, por exemplo, eleger  povo ... E, eventualmente, ser bispo, chegar à corte e derrubar o monarca ... Como na fotografia de um tabuleiro onde está toda a gente: casa real, castelos, clero, fidalgos a cavalo, povo.

Ora vamos lá LER a situação e ... e pensar - se for oportuno ... Peço desculpa, mas há urgências a cumprir  - ou, pelo menos, a lembrar ... O Xadrez é um jogo de cidadania. Para alfabetos, antes de tudo.


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

sábado, 4 de agosto de 2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

domingo, 29 de julho de 2012

sexta-feira, 27 de julho de 2012

"Para uma biografia de Matzinger (...)" - 1

A partir de hoje, tenho o prazer de publicar, na íntegra, nesta ruadojardim7, ao longo de vários dias, a breve biografia de Herbert Matzinger, patrocinada pela Junta de Freguesia de Santo António dos Cavaleiros.


Para quem, entretanto, prefira garantir a síntese biográfica em suporte papel (um euro e cinquenta cêntimos), o contacto é:

Junta de Freguesia de Santo António dos Cavaleiros
Rua Avelar Brotero
2670 - 114 Loures


Telefone 219 898 420
geral@jf-stoantoniocavaleiros.pt



Xadrez - para quando nas Olimpíadas?

"Deve pedir-se em oração que a mente seja sã num corpo são", escreveu Juvenal.

Mas o espectáculo é o corpo são, pensam os que decidem. A verdade é que se o xadrez não é espectacular, se não enche estádios, é suficientemente importante para, numa Humanidade com inquietantes tendências físicas, tornar mais sã a cabeça da Juventude, atordoada pelas abundantes poluições existentes. Fica a nota quase de rodapé a tudo o mais que a partir de hoje se vai escrever sobre o físico ... Que, se calhar, poderia ser ainda mais apoiado por um cérebro ginasticado no silêncio do ... do xadrez, "perito" em concentração mental.


terça-feira, 22 de maio de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

Rostos do xadrez de Sto. António dos Cavaleiros



A dois passos de Lisboa
- o austrolusoxadrezista

sexta-feira, 15 de julho de 2011

MTZ - austrolusoxadrezista, mate!

















Há xadrez na freguesia
E Matzinger deu mate
25 anos? Ninguém diria ...
Foi goolo... Belo remate!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Herbert Matzinger - Mestre Honorário de Xadrez

Matzinger, para mim o MTZ, a propósito do qual já escrevi neste espaço, não é, que se saiba, Mestre de Xadrez, à luz dos regulamentos internacionais, mas deveria ser-lhe atribuída a categoria de Mestre Honorário. Honorário, sim, pelo que tem procurado fazer, e faz, sobretudo, pelo ensino do xadrez.

A seu convite, "alinhei" hoje no lugar de uma espécie de "fiscal de linha", nos tabuleiros do Centro Social de Santo António dos Cavaleiros, onde, uma vez mais, MTZ dirigiu, não o jogo, mas os jogos de várias crianças entusiasmadas e a passar xeques com cobertura total... Um regalo!

Bravo, Mestre MTZ! Precisamos do teu entusiasmo e da tua saúde - que desejamos. Os miúdos e eu, pelo menos.

"Tombe la neige, mon Ami!"

domingo, 22 de novembro de 2009

MTZ - o austrolusoxadrezista


Depois de, no Ateneu Comercial de Lisboa, ainda não tinha cabelos brancos, ter aprendido a mexer nas peças de xadrez com mestres Durão e Moradas, proporcionou-se-me, mais tarde, conhecer um jovem austríaco (Herberto Matzinger) que quis, à viva força, que eu lhe dissesse o que é que acontecia no tabuleiro...

Disse. Como é óbvio. Terei mesmo, posteriormente, "treinado" com MTZ várias vezes. Entretanto, pouco a pouco, "um de nós"...foi "desaparecendo"... Fui eu... Sem premeditação. A vida...

E assim andámos - sem reis, nem rainhas à nossa frente... Com Matzinger quase sempre a desafiar-me para uma partida - ou para "aparecer"...

Mas deixem-me ir direito ao fim, que a NET é "contra" muitas palavras: está na hora da homenagem à veterania activa. É que MTZ tem levado a vida a ensinar xadrez nas
escolas, nas associações juvenis, em todo o lado onde a modalidade ajuda, mais do que na ocupação de tempos livres, na ginástica mental de rapazes e raparigas a quem o futuro exige mentes despoluídas, concentradas e interessadas, não em drogas e similares, mas na saúde. Integral.

Em convívios saudáveis, à volta das coisas boas que ainda há por aí. Como o xadrez, sem dúvida.

Consultem-se psicólogos, sociólogos. Especialistas desportivos.

Entretanto, a verdade é que Herbert Matzinger sabe muito mais do que eu lhe "ensinei"...

É o homem, vindo de longe, da Áustria, para ser o "estrangeiro" mais português que conheço, e que fez do xadrez quase uma missão...

O concelho de Loures, onde vive, deve-lhe, pelo trabalho concretizado, respeito acrescido.

Agora!


"Alekhine sentiu o frio fustigar-lhe a cara. (...) Só o frio parecia desafiar a pacatez de um país tranquilo pendurado no fim da Europa."

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