| "Não é praxe! Isto é um peditório para as propinas ..." |
sábado, 1 de fevereiro de 2014
Aleixo, a ruadojardim e o "sangue político"
Numa altura em que as visitas habituais da ruadojardim7 (dizem as estatísticas) parecem dar mostras de querer "sangue" ("sangue político"), cabe-me, honestamente, afirmar que, compreendo a situação mas ... AQUI, sem auto-censura, tudo se baseará, mais do que em qualquer outro opinion maker, na inspiradora poesia de António Aleixo. Ele foi, como se sabe, sem demagogia, povo e, mais do que muitos outros, soube dizer, com simplicidade, coisas difíceis ...
Ignoro, no entanto, como é que, AQUI, falaria de ... de um Passos Coelho, de um Sócrates, de um Vasco Gonçalves, de um António Guterres, de um Francisco Balsemão, de um António José Seguro e ... doutros, doutros ... Por isso, sem "musa", não vou ... Apenas arrisco:
Por te terem aplaudido
Depois de teres falado,
Já ficaste convencido
Que falaste acertado
- Afinal foste iludido ...
O caso é muito diferente:
Aqueles que estão na frente
Batem palmas por dever
De te agradar, simplesmente ...
Logo a seguir, toda a gente
Bate - porque ouve bater -
Ao discurso que fizeste
... Com vergonha de dizer
Que não soube compreender
Nada do que tu disseste!
Recortes do dito e do feito ( 2 )
Há pessoas que a gente olha para elas e diz logo para si: tens cara de Primeiro-Ministro ... E, às vezes, é mentira ... Há muita gente séria por aí ... Que diz que faz e faz ... Não leva a vida a enganar-nos ... Mas não é isto que eu queria escrever ...
Perdão. O que eu queria era REPETIR, TRANS CRE VER um apontamento que subscrevi e foi publicado no "Diário de Coimbra" de 7 de Novembro de 1999 ...
Rezava assim:
"VOU-ME à Introdução do Livro Verde da Segurança Social, de Junho de 1997 (versão preliminar do Livro Branco), e transcrevo a primeira parte do seu ponto 1.:
"A Comissão do Livro Branco da Segurança Social foi criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 22/96, publicada no Diário da República, I série B, nº 59, de 9 de Março, com um mandato de dezoito meses. Este acto legislativo veio dar cumprimento ao que se encontra estabelecido no Programa do Governo reconhecido que o sistema de segurança social, sendo um valor básico a preservar, necessita de reforma para garantir a sua viabilidade futura (...)"
Vou-me ao Diário da República - I série A, de 8 de Janeiro último (estávamos, lembro, em 1999), e transcrevo do preâmbulo do Decreto-Lei nº 9/99: "(...) A flexibilidade da idade de atribuição da pensão de velhice foi objecto de profunda reflexão, designadamente no âmbito do acordo de concertação estratégica, por se entender ainda que a mesma potenciava efeitos positivos a nível do mercado de emprego, assim como na tomada de decisões individuais dos trabalhadores, sempre que se lhes deparassem razões determinantes de alteração da actividade profissional, em idade própria à do acesso à pensão".
Vou-me ao dia-a-dia e apetece-me, por um lado, agradecer ao senhor ministro Ferro Rodrigues o 9/99, mas, por outro, em nome de filhos e netos, repetir aos senhores deputados que basta de leis avulsas e que é preciso, de uma vez por todas, cumprir palavras dadas - acautelando o financiamento dos direitos actuais dos mais velhos e garantindo, sem fugas aos deveres públicos, o que os mais novos, que trabalharem, precisam de sentir seguro, no meio de múltiplas razões de insegurança que os afrontam (...)"
Vou-me à actualidade (17 anos passados sobre o citado chamado Livro Branco) e apetece-me mandar vários governantes à ... isso, à ...
Perdão. O que eu queria era REPETIR, TRANS CRE VER um apontamento que subscrevi e foi publicado no "Diário de Coimbra" de 7 de Novembro de 1999 ...
Rezava assim:
"VOU-ME à Introdução do Livro Verde da Segurança Social, de Junho de 1997 (versão preliminar do Livro Branco), e transcrevo a primeira parte do seu ponto 1.:
"A Comissão do Livro Branco da Segurança Social foi criada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 22/96, publicada no Diário da República, I série B, nº 59, de 9 de Março, com um mandato de dezoito meses. Este acto legislativo veio dar cumprimento ao que se encontra estabelecido no Programa do Governo reconhecido que o sistema de segurança social, sendo um valor básico a preservar, necessita de reforma para garantir a sua viabilidade futura (...)"
Vou-me ao Diário da República - I série A, de 8 de Janeiro último (estávamos, lembro, em 1999), e transcrevo do preâmbulo do Decreto-Lei nº 9/99: "(...) A flexibilidade da idade de atribuição da pensão de velhice foi objecto de profunda reflexão, designadamente no âmbito do acordo de concertação estratégica, por se entender ainda que a mesma potenciava efeitos positivos a nível do mercado de emprego, assim como na tomada de decisões individuais dos trabalhadores, sempre que se lhes deparassem razões determinantes de alteração da actividade profissional, em idade própria à do acesso à pensão".
Vou-me ao dia-a-dia e apetece-me, por um lado, agradecer ao senhor ministro Ferro Rodrigues o 9/99, mas, por outro, em nome de filhos e netos, repetir aos senhores deputados que basta de leis avulsas e que é preciso, de uma vez por todas, cumprir palavras dadas - acautelando o financiamento dos direitos actuais dos mais velhos e garantindo, sem fugas aos deveres públicos, o que os mais novos, que trabalharem, precisam de sentir seguro, no meio de múltiplas razões de insegurança que os afrontam (...)"
Vou-me à actualidade (17 anos passados sobre o citado chamado Livro Branco) e apetece-me mandar vários governantes à ... isso, à ...
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