sexta-feira, 10 de julho de 2015
Ver-se grego ...
«O ver-se grego não deve provir de se tornar grego no sentido de se ver como natural ou habitante da Grécia. No entanto, o mistério em que sempre se tem envolvido o que é grego, por menos acessível ao comum das gentes, decerto influiu no facto de a palavra grego se haver aplicado aos ciganos, cuja origem tanto mistério encobre, mas que se julgaram oriundos do antigo império grego.
«Escrevi, por isso, no Glossário Crítico de Dificuldades que ver-se grego deve relacionar-se com os ciganos: "Supostos estes oriundos do antigo império grego, aos ciganos se chamou gregos. A sua vida cheia de dificuldades, perigos, aventuras, perseguições, deu lugar a que se veja grego quem sofra percalços ou se veja neles.
«Por um lado, a linguagem dos ciganos, o protótipo do ininteligível, por outro lado, a confusão de ciganos com gregos da Ásia Menor e a sua vida cheia de peripécias, de dificuldades do ciganear, tudo isto misturado é o que dará a origem do ver-se grego.»
Em "véspera" de legislativas, balanço das autárquicas - ilações
Das bases para o topo, a pergunta que deveria ser obrigatória, agora, antes de mais:
do expressamente prometido e, diria, decisivo nas votações após inequívocas afirmações (não raro, escritas), o que é que foi até agora concretizado e o que é que continua (e porquê) por concretizar?
Em vésperas de Legislativas, feito o inequívoco e honesto balanço intercalar, das duas, uma:
do prometido, está concretizada a parte que corresponde ao tempo decorrido - vote-se o louvor;
do prometido, NÃO ESTÁ concretizada a parcela que deveria estar e ... e RUA! Que, em democracia, não há, em princípio, becos sem saída.
Não me venham com congeminações de ordem política: FAZER não tem partido, é FAZER, é saber, mais do que parecer, CONCRETIZAR.
Ou ser honesto e declarar, URBI ET ORBI: não consegui! E deixar que a vida continue para todos: para os que disseram sim e para os cépticos.
quinta-feira, 9 de julho de 2015
MACAU: Governo admite penalizar quem não ocupar habitações económicas
A actual lei não tem sanções para os proprietários que não vivam nas fracções de habitação pública. Executivo quer rever a matéria.
Patrícia Silva Alves

Para resolver a questão, o Governo admite alterar a lei, de forma a aplicar sanções para quem não ocupe as habitações públicas adquiridas abaixo do preço de mercado: "A lei de habitação económica que está agora em vigor não nos permite resolver este problema de forma eficaz, pois não está prevista nenhuma sanção, assim como não há uma definição clara do que é uma habitação não ocupada, portanto há uma insuficiência legislativa que precisa de ser clarificada", assinalou ontem o secretário para os Transportes e Obras Públicas, Raimundo do Rosário, depois da reunião que manteve com a 2.ª comissão permanente da Assembleia da Legislativa (AL).
Na discussão de ontem entre Governo e deputados chegou mesmo a estar em cima da mesa a possibilidade de se avançar com uma modificação pontual à lei, feita à margem da revisão global do diploma que está a decorrer actualmente. Mas Chan Meng Kam, presidente da comissão, deu conta de que o Executivo prefere aguardar pela revisão total da nova lei da habitação económica. Já a disposição é clara: "O Governo assumiu uma postura de tolerância zero à não ocupação das habitações públicas e atrasos", resumiu Chan Meng Kam.
Porém, uma tal disposição poderá não se reflectir em penalizações inscritas na lei da habitação económica, uma vez que os dois pareceres pedidos pelo Executivo ao Comissariado contra a Corrupção e à Direcção dos Serviços de Assuntos de Justiça apontaram no mesmo sentido: "O Governo não tem condições, segundo essas entidades, para punir em caso de não ocupação", relatou Chan Meng Kam.
No entanto, "isso não quer dizer que o Executivo deixe de fiscalizar", disse o presidente da 2.a comissão aos jornalistas. É precisamente isso que o Governo tem feito através do Instituto de Habitação, que tem tentado saber junto dos proprietários por que razão têm as casas vazias.
Para os deputados, no entanto, o Governo deveria dar a prioridade à resolução dos problemas do complexo habitacional já que muitos moradores afirmam que a falta de equipamentos sociais – escolas, centros de saúde e transportes – os dissuade de ir para lá viver.
Nesse sentido, o Governo fez a promessa "de acelerar as obras e levar em consideração a necessidade de equipamentos sociais no planeamento futuro de habitações públicas", relatou Chan Meng Kam. Até ao final desta sessão legislativa, o Executivo comprometeu-se a fornecer uma "estatística sobre as obras dos equipamentos sociais e também a dar a sua respectiva calendarização".
Recorde-se que Alexis Tam já tinha avançado em Abril deste ano que o complexo deverá ter uma escola a funcionar a partir do ano lectivo de 2018/2019. No entanto, a data representa já um atraso de dois anos em relação ao estimado no final de 2013 pela chefe do Departamento de Ensino da DSEJ, Leong Vai Kei, que antecipou na altura que a escola estaria construída em 2016."
Pensar ao ar livre, entre serras
Carta (quase postal) aberta - para ler e não calar
Carta aberta ao Senhor Presidente da Junta de Freguesia do Dominguizo e ao Senhor Prior da Paróquia do Dominguizo
Com os melhores e mais respeitosos cumprimentos, permitam-me que torne públicos (aqui e no FACEBOOK) dois pedidos muito simples:
1º - A substituição dos quatro bancos existentes na parte lateral da igreja do Dominguizo (Beira Interior, a dois passos dos Paços do Concelho da Covilhã), por outros tantos em que velhos e novos dessa terra, que penso que sabem, muito me diz, possam sentar-se confortavelmente - e não "permanecer" como que "especados" em três tábuas (SEM COSTAS) a três palmos do chão - eventualmente, reconstruídas na parte oposta da igreja, na zona, de resto, a pedir flores trepadeiras - onde, despidas, as respectivas "estacas" aguardam...
A situação actual, pode, esteticamente, ser "agradável" aos olhos, mas, na prática, revela-se, é quase, "desrespeitosa", nomeadamente, dos mais velhos que se querem acolher à sombra das tílias existentes, ali, a dois passos da igreja, frente ao lar novo e bem apresentado da aldeia.
2º - A colocação de vasos com flores no alto do muro de suporte que separa a zona do adro da igreja da estrada (poluente) que a circunda.
Deus ilumine a Vossa acção. Entretanto, com a maior e cristã cordialidade, aguardo a vossa ACÇÃO.
Marcial Alves
Com os melhores e mais respeitosos cumprimentos, permitam-me que torne públicos (aqui e no FACEBOOK) dois pedidos muito simples:
1º - A substituição dos quatro bancos existentes na parte lateral da igreja do Dominguizo (Beira Interior, a dois passos dos Paços do Concelho da Covilhã), por outros tantos em que velhos e novos dessa terra, que penso que sabem, muito me diz, possam sentar-se confortavelmente - e não "permanecer" como que "especados" em três tábuas (SEM COSTAS) a três palmos do chão - eventualmente, reconstruídas na parte oposta da igreja, na zona, de resto, a pedir flores trepadeiras - onde, despidas, as respectivas "estacas" aguardam...
A situação actual, pode, esteticamente, ser "agradável" aos olhos, mas, na prática, revela-se, é quase, "desrespeitosa", nomeadamente, dos mais velhos que se querem acolher à sombra das tílias existentes, ali, a dois passos da igreja, frente ao lar novo e bem apresentado da aldeia.
2º - A colocação de vasos com flores no alto do muro de suporte que separa a zona do adro da igreja da estrada (poluente) que a circunda.
Deus ilumine a Vossa acção. Entretanto, com a maior e cristã cordialidade, aguardo a vossa ACÇÃO.
Marcial Alves
quarta-feira, 8 de julho de 2015
Quando a simpatia da coisa feita ultrapassa a coisa feita ...
O título deste blogue está agora (reveja-se), com simplicidade, graficamente, mais próximo da verdade que sempre o tentou inspirar:
em política, fala-se de bases (as bases). Um banco de jardim é a base das bases (uma espécie de pequena assembleia). Um banco de jardim é, aqui também (tenta ser), isso ... - agora visível, graças à simpatia e saber do JOÃO FILIPE LOPES DOS SANTOS, algures no coração da minha/nossa Beira Interior. Bem-hajas!
em política, fala-se de bases (as bases). Um banco de jardim é a base das bases (uma espécie de pequena assembleia). Um banco de jardim é, aqui também (tenta ser), isso ... - agora visível, graças à simpatia e saber do JOÃO FILIPE LOPES DOS SANTOS, algures no coração da minha/nossa Beira Interior. Bem-hajas!
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