sábado, 25 de julho de 2015

Memorial ao Vento, no PARQUE DOS POETAS, em Oeiras (0)

in WIKIPÉDIA 

(apenas para situar o que aí virá, sobretudo, em termos fotográficos, com implícita homenagem a Isaltino de Morais, que, se cometeu erros, não foi o de ter sido um entusiástico animador da IDEIA, este mês, finalmente, concluída)

"O Parque dos Poetas é um parque urbano em Oeiras onde paisagismo e escultura incorporam poesia. É também uma homenagem a poetas de língua portuguesa em que tradição e inovação se complementam.
Estende-se por 27 hectares com uma configuração que se alonga desde o nível de planalto - antigos campos de trigo e pastagem - e descendo em direcção à zona ribeirinha. No Alto do Puxa Feixe, junto ao museu Templo da Poesia e ao miradouro Labirinto, é possível desfrutar de uma das imagens mais encantadoras onde Estuário do Tejo e Atlântico se tocam, avistando o Farol do Bugio e uma boa parte da península de Setúbal. Um deleite que convida à reflexão, à busca interior, à expressão mais profunda dos sentimentos, à evocação de sonhos inscritos no limite do horizonte. Pelos caminhos encontram-se lajes com poemas e esculturas de poetas de língua portuguesa. O parque entre outras coisas, tem também o estádio municipal de Oeiras, dois anfiteatros e uma fonte cibernética.
Nasceu de um projecto da Câmara Municipal de Oeiras no mandato do presidente Isaltino Morais. O tecido empresarial do concelho envolveu-se no seu desenvolvimento colaborando com a câmara municipal na concretização do parque, doando algumas das esculturas, investindo somas consideráveis em peças de arte para usufruo dos cidadãos e mesmo na construção propriamente dita de todo o parque. A ideia inicial foi concebida pelo poeta e escritor David Mourão-Ferreira e pelo escultor Francisco Simões, aos quais se juntaram o paisagista Francisco Caldeira Cabral e a arquitecta Elsa Severino com a sua equipa.
O Parque dos Poetas divide-se em 3 partes, com a respectiva ordem cronológica dos poetas homenageados com os seus poemas nas lages e com as esculturas da autoria de Francisco Simões:
A sua construção foi feita entre 1998 e 2015 em 3 etapas, inauguradas respectivamente a Junho de 2003 (1ª fase), Julho de 2013 (fase B) e Julho de 2015(*) (fase A). As 3 etapas corresponderam às 3 partes em que o parque se divide, mas não foram construídas de forma cronológica. Sendo a ordem de construção: poetas do século XX; dos trovadores aos poetas da renascença; dos poetas do Barroco aos poetas do Romantismo e poetas internacionais de língua portuguesa."

*Subordinada ao título genérico MEMORIAL AO VENTO, no PARQUE DOS POETAS, em Oeiras, mostrar-se-ão aqui fotografias, e far-se-á um ou outro apontamento saído do entusiasmo da demorada visita (a segunda, embora a primeira depois de terminada também, há dias, a 2ª fase do Parque dos Poetas, que permitiu, nomeadamente, o "reencontro" com ADÉ, o Poeta de Macau, que o Parque não esqueceu e amizade pessoal  (M.A.) antiga sublinhou, como se verá).

sexta-feira, 24 de julho de 2015

SANTO ANTÓNIO DOS CAVALEIROS, hoje, vila - subsídios gráficos para a sua história

1ºs prédios em construção (fase de montagem)
















Planta das primeiras casas 
SAC na pintura de E.A.

"Aviso à navegação": eleições à vista!

Júlia Coutinho, minha antiga colaboradora e, posteriormente, Amiga, mais do que no FACEBOOK, ontem:


"Deu-me muito trabalho adquirir e assimilar a liberdade de pensamento e de acção de que usufruo actualmente. E não vou abdicar de manifestar livremente as minhas ideias, como sempre. Quem não gosta só tem de respeitar".

É isso. Vamos entrar num período de grandes tiradas políticas e partidárias. Tempo para fazer minhas as palavras da Júlia Coutinho e exarar aqui que não abandonarei uma certa "suavidade política na administração" da espécie de jornal de jardim que este blogue tenta ser. "Quem não gosta só tem de respeitar".

Para os que esperam, ou esperavam, ou sempre pensaram, aqui, um quotidiano feito de guerras, desenganem-se: AQUI NÃO, NUNCA! Ou, se ..., de vez em quando ... sem ondas ... Nas entrelinhas, quiçá. Não mais do que isso. 

Bem basta o que, não sendo, cheira a porno ...que, apesar da sua quase ingenuidade, continua à frente nas estatisticas Gloogle ... Só faltava agora começar a dizer mal do Costa, do Coelho, do Bloco (afinal, quem é que manda?...), do Jerónimo, do Cavaco ... Deus me livre!...

Do lido, o sublinhado (80) - O MEU IRMÃO, de Reis Cabral (3)


"Não sei descrever a velhice porque a velhice não existe em abstracto.

O que existe?

A minha avó materna que morreu com cento e quatro anos e avó paterna que morreu com oitenta e oito. Não tiveram velhices iguais. Os velhos sós e os velhos acompanhados. As minhas avós foram velhas quase sós. Os meus pais foram velhos acompanhados, e suponho que a velhice acompanhada é mais jovem. Porém, existem várias velhices acompanhadas, as velhices dos lares e a velhice do lar. Os meus pais eram velhos de lar, do seu lar. Os outros, os que contam apenas com enfermeira, morrem mais depressa e são mais convenientes para quem trata deles. Os que ficam por casa tornam-se mais inconvenientes, mesmo quando, como foi o caso dos meus pais, têm quem trate deles. Mas os velhos sós também não se assemelham. Há aqueles que permanecem no sofá dez anos depois de mortos e os que encontram alguém que os acompanhe até ao alívio que identificam com a morte, talvez uma freira que cataram na igreja ou um sobrinho-bisneto que solicitaram através dos parentes. E, como escreveu o Cícero, acho que foi o Cícero, em velho não se é diferente do resto da vida. Não ocorre uma transformação, é-se apenas um pouco melhor, ou um pouco pior, consoante a vida que se levou."

Velhas notícias que a História fixou (JORNAL NOVO) - 7


Saudades de Macau - O chapéu de sol









































COLABORAÇÃO EXTERNA (116) - As vantagens do Islão




TRADUÇÃO 
ELE: Deus ama-nos, Rabia! Alá é grande! 
ELA: Abdullah, meu amor eterno, Alá ama-nos e protege-nos! O meu marido acabou de passar à nossa frente e nem me reconheceu!!!

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