quarta-feira, 2 de setembro de 2015

LUZES - num mundo apagado, rabujento e de más-fés

O livro "As Luzes de Leonor" é uma obra-prima, digo eu, de Maria Teresa Horta, que, confesso, nunca terá sido escritora das minhas inclinações literárias. Mas ... mas, "eu pecador me confesso": Teresa Horta, se nunca primou, com "As Luzes" ... iluminou, iluminou-se, iluminou-nos: notável na investigação, notável na persistência, notável na aproximação documentada que faz aos contextos, à época, sem endeusar ou dizer mal por dizer, rigorosa nas falas, próxima nas intimidades, sem ser devassa, poeta sem rima quase sempre, cronista onde quer que esteja, mulher (e homem) sem disfarces, portuguesa e europeia na visão de uma época em que tudo se passou. "Frequentadora" de ambientes os mais diversos - ESCRITORA com e DE EXCELÊNCIA,  excelência para a Época, da Europa. Agora mesmo - mesmo...

Citá-la? Não: lê-la.

Num blogue? Não! AQUI estamos em presença de um banco de jardim, onde, quando muito, se tenta, à falta de QUASE TUDO,  "coleccionar" provocações ... No caso, pelos melhores motivos. Antes que comecem por aí as campanhas eleitorais que hão-de tentar impor outras culturas - sem HORTA.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Para que conste JÁ: em véspera de eleições em Portugal, menopausa ...

AQUI (não é  que isso tivesse algum interesse), nos próximos tempos, NÃO SE PUBLICARÁ NADA QUE TENHA A VER (SOBRETUDO, DIRECTAMENTE) COM AS CAMPANHAS ELEITORAIS QUE SE AVIZINHAM: os que aqui vêm sentar-se fazem parte do povo, que é quem mais ordenha 
- ou ordenhou. Ponto final.

Troca de galhardetes (6): BANCOS em Moscovo

Quando Moscovo ainda era a capital da União Soviética, a FNAT (?) organizou, com guia local, uma excursão à cidade e a Leninegrado e, curioso, fui tentar ver como era o tudo ...
onde nos levavam.

E se alguma coisa me surpreendeu (caricato ou não), confesso, lembro-me bem,
foi o que a imagem mostra:
o tamanho dos BANCOS, não muito longe do Kremlin.

Nada que se compare com o da ruadojardim7, graceja-se aqui - hoje.

Fica o apontamento, agora que acabo de receber um e-mail
que documenta o que não tive oportunidade,
ou não me senti à vontade para fotografar  - naquele tempo ...

Dominguizo - Aldeia serrana: MOMENTOS

Uma varanda com vista iluminada ...

BOOKFACE (2)


"As luzes de Leonor" - em debate (1)

O livro que Helena Vasconcelos, na sua já "clássica" comunidade de leitores na Culturgest, em Lisboa, nos propõe para análise e debate, não sei se é o maior de quantos, ao longo dos anos, sugere aos que se apresentam, mas este, a que já fiz aqui uma ou outra referência, tem ... tem, exactamente, 1065 páginas (por extenso: mil e sessenta e cinco páginas - formato A5). Para debater em cerca de duas horas.

Espero estar, mas não sei se vou ... Se vou chegar para a parte que me possa caber. Ouvir, vou com certeza, que "a coisa" tem sempre gente sabedora - e a sabedoria talvez possa levar à síntese.

A mim, escrevo-o já, o que me apetece, por amor, é dizer bem de Leonor, e, por mal, lembrar Pombal ...








Macau: Encarnação de fora de eleições para o parlamento português


by Ponto Final
Coligação entre CDS e PSD foi obstáculo a que o jornalista do semanário “O Clarim” se candidatasse pelos centristas, como era o plano inicial. Convite do Movimento Partido da Terra apareceu tarde demais.
"José Miguel Encarnação, jornalista radicado em Macau que há quatro anos encabeçou a candidatura do Partido Nacional Renovador (PNR) pelo círculo fora da Europa, chegou a manter conversações para se candidatar a um lugar no parlamento português pelo mesmo expediente, ainda que com as cores do CDS/PP. O anúncio de que o partido liderado por Paulo Portas iria apresentar uma lista em coligação com o PSD acabou por estar na origem de uma “incompatibilidade ideológica” que levou Encarnação a abrir mão do objectivo de se candidatar à Assembleia da República. O jornalista foi posteriormente convidado a integrar as listas do Movimento Partido da Terra, mas entendeu que não devia aceitar o repto do partido liderado pelo eurodeputado José Inácio Faria.
Há quatro anos, José Miguel Encarnação colheu 67 votos pelo círuculo fora da Europa, como candidato independente do PNR. Apesar do resultado se ter revelado manifestamente insuficiente para garantir a sua eleição, mas deixou no ar, de acordo com o próprio, a ideia de que poderia conseguir algo mais se concorresse por uma força política com outro peso: “Tenho mantido, desde 2011, um diálogo com o CDS/PP com vista a uma candidatura”, revelou ao PONTO FINAL.
Acontece que o acordo de coligação assinado pelos centristas com o PSD abriu caminho à constituição de uma lista encabeçada pelo actual secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário: “Há uma questão de incompatibilidade ideológica entre mim e ele e o mais certo era que o meu nome viesse a ser vetado pelo PSD. Por isso, decidi desde logo que não queria fazer parte desse projecto”, explicou.
Tudo se conjugou a partir daí para que o editor do semanário “O Clarim” acabasse por não se apresentar como candidato às eleições de 4 de Outubro. Voltar a candidatar-se pelo PNR poderia parecer a solução óbvia, mas “iria parecer que o estava a fazer só por não se ter concretizado a candidatura pelo CDS”, considera. José Miguel Encarnação sublinha, no entanto, que não houve qualquer ruptura que o tivesse distanciado do Partido Nacional Renovador: “Concordo com alguns dos pontos-de-vista do PNR”, clarifica.
No início do Verão surgiu outro elemento na equação: a candidatura de Tiago Pereira como suplente do Partido Socialista (PS) pelo círculo fora da Europa. “Sou amigo pessoal de Tiago Pereira e não seria capaz de entrar na corrida contra ele. Vou apoiar essa candidatura, pela pessoa e não pelo partido”, adiantou.
A candidatura de Tiago Bonucci Pereira foi também um dos motivos que o levaram a recusar o convite que entretanto apareceu do Movimento Partido da Terra, além do facto de não ter trabalhado com vista a essa candidatura e não estar interessado em concorrer só por concorrer: “Não concordo com a lei eleitoral que obriga a que as pessoas se candidatem por um partido. Desde que a pessoa reunisse as assinaturas necessárias, deveria poder candidatar-se a nível pessoal, sem estar ligado a partidos”, considera."

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