Século e meio após a sua entrada em funcionamento, o Farol da Guia é hoje uma atracção turística, mas o seu potencial patrimonial está subaproveitado, devido a uma antena de comunicações.
Rodrigo de Matos
"Chegou a ser uma bênção para os marinheiros que passavam por Macau a luz que, do cimo da colina, guiava as embarcações e ajudava a evitar naufrágios quando o céu encoberto impedia que as estrelas servissem de orientação. O tempo passou e o Farol da Guia transformou-se numa atracção turística, incluída juntamente com a Capela no conjunto da Fortaleza da Guia, monumento classificado como Património Mundial pela UNESCO. Faz hoje 150 anos que o seu facho começou a rodar no alto da colina.
A importância histórica do farol é inegável, até porque foi o primeiro que luziu nas costas da China. Construído sob a direcção do governador José Rodrigues Coelho do Amaral, entrou em funcionamento pela primeira vez a 24 de Setembro de 1865. “Desde a noute de 24 do mez passado se começou a acender um novo pharol construido na fortaleza de Nossa Senhora da Guia, da Cidade de Macau”, anunciava José Eduardo Scarnichia, então capitão do Porto de Macau, num aviso aos navegantes datado de 2 de Outubro de 1865.
Custeado pela comunidade estrangeira de Macau liderada pelo comerciante H. D. Margesson, o projecto contou com o engenho do macaense Carlos Vicente da Rocha, que concebeu um original mecanismo que funcionava com um candeeiro a petróleo. O modelo do farol era tão curioso, que o seu autor o enviou para Lisboa, onde esteve exposto na Sala do Risco do Ministério da Marinha até ser devorado por um incêndio.
Desenho simples mas eficaz
Com uma torre octogonal de 13,5 metros de altura da base até à cúpula, o farol contava com uma lanterna que emitia, a partir de um ponto situado 101,5 metros acima do nível do mar, uma luz branca e rotatória que perfazia um giro completo em 64 segundos e que podia ser avistada até 20 milhas. O suficiente para evitar muitos acidentes marítimos, que eram frequentes por estas águas, num tempo muito anterior aos aterros e em que quem chegava a Macau pelo mar encontrava na colina da Guia um imponente paredão.
“O farol tem uma estrutura muito simples e vale pelo conjunto que forma com a capela e o resto da fortaleza”, considera Francisco Vizeu Pinheiro, professor de arquitectura na Universidade de São José. “O interesse do Farol da Guia começa logo pelo nome, que se refere à Nossa Senhora da Guia, ou seja, reflecte uma ligação mariana maternal muito forte que tem Macau, e que encontramos aliás noutros monumentos como a Igreja da Madre de Deus ou a Capela de Nossa Senhora da Penha”, refere, em conversa com o PONTO FINAL. “Representa ainda hoje a memória de uma relação com o mar que Macau sempre teve e que infelizmente se está a perder, com todos estes edifícios altos que se estão a construir e que formam um paredão que destrói a vista da paisagem”, lamenta o arquitecto.
Património a meio gás
O conjunto da Fortaleza, que integra o Farol e a Capela da Guia, foi um dos monumentos seleccionados para fazerem parte da listagem do património mundial da UNESCO, de forma inteiramente merecida na opinião do arquitecto. No entanto, o estado actual do monumento encerra uma contradição difícil de explicar: o pátio por trás do farol e da capela apresenta uma área vedada ao público “apenas para manter uma antena de comunicações que podia muito bem ser deslocada para o topo de uma das altas torres que há em Macau”, observa o arquitecto.
“O pátio em causa tem uma das melhores vistas da cidade a partir da fortaleza. Ora, isto num monumento do Património da UNESCO não faz qualquer espécie de sentido”, explica, sugerindo ainda outras ideias para valorizar o potencial turístico da zona: “O projecto do teleférico da Guia podia ser estendido até à zona do porto, junto ao terminal marítimo, o que seria bom para o turismo”.
Da Guia, com amor
Estreou nos cinemas há precisamente uma semana o filme “Guia in Love” (Guia Apaixonada), que tem o Farol da Guia como cenário de fundo. Realizada por Sam Leong, a película conta o drama de dois rapazes e uma rapariga que sempre foram amigos desde muito novos e que cresceram a brincar perto do farol. Os dois moços eram apaixonados pela menina, até que ela acaba por escolher um deles, com quem vive uma vida feliz durante 45 anos até morrer. O outro é agora, passados todos esses anos, um homem de negócios rico e bem sucedido, dono de um hotel de luxo que gere com a ajuda da filha. Certo dia, o amigo agora viúvo pede-lhe para se encontrarem no topo da colina, junto ao farol, para recordarem os tempos felizes que viveram no passado, na companhia da amiga.
Falado em cantonês, o filme de 97 minutos conta com as actuações de Stephy Tang, Wong You Nam, Wilson Lam e Vincent Wan nos papéis principais."
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quinta-feira, 24 de setembro de 2015
MACAU: Os 150 anos da luz que guiava os navegantes
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
MACAU: Alzira Silva, na RAEM para ouvir a comunidade portuguesa
Numa passagem-relâmpago por Macau, a cabeça de lista do Partido Socialista pelo círculo eleitoral “Fora da Europa” aponta a língua portuguesa como veículo para “um relacionamento mais profundo com a comunidade chinesa”.
"A cabeça de lista do Partido Socialista pelo círculo eleitoral “Fora da Europa” chegou ao final do dia de segunda-feira à RAEM para uma visita de dois dias. Em declarações à Rádio Macau, Alzira Silva diz que os encontros que ontem manteve no território “permitiram conhecer uma comunidade diferente”.
Naquela que é a sua estreia na RAEM, a candidata socialista –a actualmente a exercer funções como adjunta da Presidência da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores – assume a necessidade de auscultar uma comunidade que desconhece: “Estou aqui numa perspectiva de aprender, de auscultar, de ouvir mais do que falar nesta fase, como não podia deixar de ser, uma vez que é a minha primeira visita a Macau”.
O primeiro dia cumpriu-se com a passagem pelo Consulado de Portugal e por uma visita à Casa de Portugal e ao Instituto Português do Oriente. O périplo que culminou com um jantar com representantes da comunidade local: “Levo uma impressão de uma actividade bastante intensa da nossa comunidade portuguesa em Macau. Um relacionamento bastante agradável inter-étnico, inter-cultural e também um certo entusiasmo da comunidade chinesa pela língua portuguesa”, afirma a candidata. Alzira Silva entende que a aposta na língua portuguesa é crucial para assegurar o reforço da presença lusófona no território: “Elevar esse entusiasmo pela língua a uma plataforma cultural, a uma plataforma científica, a uma plataforma de comunicação que nos permita manter um relacionamento mais profundo com a comunidade chinesa e também internacionalizando o nosso conhecimento, a nossa língua, a nossa cultura”, remata.
A “forte” comunidade local e o facto de Tiago Pereira, número três da candidatura do Partido Socialista pelo círculo “Fora da Europa”, ser residente em Macau, justificaram a deslocação ao território, explica a candidata.
Para hoje, está prevista uma visita à Santa Casa da Misericórdia, seguida de um almoço na Associação de Aposentados, Reformados e Pensionistas de Macau (APOMAC). Para a tarde, está prevista a passagem pela Escola Portuguesa, antecedida de um encontro com a imprensa no Clube Militar. O jantar será entre militantes do Partido Socialista."
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terça-feira, 22 de setembro de 2015
Bloco notas, em pequeno formato - para eventual ampliação ...
O ponto de partida, para os mais técnicos, o objectivo é, já deve estar claro, é: sem fazer de um banco de jardim um mini-parlamento, trazer para aqui tudo, mas tudo o que, em liberdade, possa ser ... Excepto (com incómodo de vários, já se percebeu ...) LUTA(s) PARTIDÁRIA(s). Essas, quem as quiser tem levantar o traseiro do banco e tentar fazer-se ouvir, não tão longe daqui como isso, na Assembleia da República ou em S. Bento, que lhe fica, como se sabe, à ilharga.
Portanto, recapitulando, aqui, quem quiser saber a soma tem que somar as parcelas - que as parcelas (nesta altura, cerca de 800 - AQUI) têm, foram abertas como aberto e plural se pode imaginar um banco público de jardim, isto é, a meu ver, o mais puro e básico (e aberto) PARLAMENTO (ou para lamentos ... quando for caso disso).
Leiam este. Básico, quase insignificante - mas susceptível de óbvias ampliações ...
o Diário de Notícias (Caixa Geral de Depósitos como principal accionista?) em 1951, pagava-me por mês 350$00 (!) e, a certa altura, decidiu aumentar-me (nunca mais me esqueci) para ... para 500$00. Com recibo? NÃO! Através de um papel amarelo feito recibo clandestino - para fugir aos impostos, digo eu ... Que o eventual precedente (150$00) era coisa que não fazia o mínimo sentido ...
Foi assim. É assim?... Melhor será aumentar os quadros da Inspecção do Trabalho e das Finanças. Ou tentar sair de um certo Terceiro Mundo de que aqui, no banco, continua a falar-se muito ... Sem alusões partidárias.
Saí do Diário de Notícias no ano do seu centenário. Desgostoso. Tão desgostoso que não me esqueci - porque NUNCA mais me aconteceu (sorte minha?) nada semelhante, ao fim de 48 anos de trabalho por conta dos outros.
Portanto, recapitulando, aqui, quem quiser saber a soma tem que somar as parcelas - que as parcelas (nesta altura, cerca de 800 - AQUI) têm, foram abertas como aberto e plural se pode imaginar um banco público de jardim, isto é, a meu ver, o mais puro e básico (e aberto) PARLAMENTO (ou para lamentos ... quando for caso disso).
Leiam este. Básico, quase insignificante - mas susceptível de óbvias ampliações ...
o Diário de Notícias (Caixa Geral de Depósitos como principal accionista?) em 1951, pagava-me por mês 350$00 (!) e, a certa altura, decidiu aumentar-me (nunca mais me esqueci) para ... para 500$00. Com recibo? NÃO! Através de um papel amarelo feito recibo clandestino - para fugir aos impostos, digo eu ... Que o eventual precedente (150$00) era coisa que não fazia o mínimo sentido ...
Foi assim. É assim?... Melhor será aumentar os quadros da Inspecção do Trabalho e das Finanças. Ou tentar sair de um certo Terceiro Mundo de que aqui, no banco, continua a falar-se muito ... Sem alusões partidárias.
Saí do Diário de Notícias no ano do seu centenário. Desgostoso. Tão desgostoso que não me esqueci - porque NUNCA mais me aconteceu (sorte minha?) nada semelhante, ao fim de 48 anos de trabalho por conta dos outros.
MACAU: A ilustração a estender pontes entre Portugal e Macau
“A Arte da Ilustração em Macau e Portugal”, traz à Galeria da Fundação Rui Cunha 40 trabalhos de 20 ilustradores de Portugal e da RAEM. Em 2016, vários artistas de Macau rumam a Nova Iorque.
Depois da passagem pelo Porto, em Julho, a mostra “A Arte da Ilustração em Macau e Portugal”, chega à Galeria da Fundação Rui Cunha a 7 de Outubro. A exposição apresenta uma amostragem significativa do trabalho desenvolvido no campo da ilustração por artistas portugueses e por artistas locais. A Associação Yunyi Arts, que produz o evento, vai repetir a experiência já no próximo ano, em Nova Iorque.
Christine Hong Barbosa, fundadora do organismo e uma das curadoras da exposição, tira o véu a uma iniciativa onde se cruzam linguagens, meios e sensibilidades muito distintas: “O objectivo é fornecer uma plataforma mútua para artistas de Macau e de Portugal, e criar uma rede para que eles se possam conhecer e para que possam conhecer o trabalho uns dos outros”, refere Barbosa ao PONTO FINAL.
A curadora - que na produção do evento, em Macau, conta com o apoio de Cristina Dias - procura apontar holofotes a uma arte sem o reconhecimento e a visibilidade de outras formas de expressão plástica e visual. “Interessa-nos promover a arte da ilustração, que não é assim tão popular quanto isso. Queremos fazer as pessoas acreditar nesta forma de arte. E queremos que as pessoas em Portugal conheçam o trabalho dos artistas de Macau”.
Depois de uma primeira experiência, que estendeu pontes de criatividade entre os dois países, Christine revela ao PONTO FINAL que está já “em processo de planeamento” uma exposição em Nova Iorque, a materializar-se em 2016. Mais uma vez, serão seleccionados trabalhos de artistas da RAEM, que serão expostos na cidade norte-americana em conjunto com artistas locais. “E mais uma vez, serão pelo menos uma dezena de artistas de Macau”.
A 7 de Outubro, dia da inauguração, às 18h30, haverá uma conversa com Rui Vitorino dos Santos, curador responsável pela apresentação da mostra em Portugal, que é também um dos artistas cujo trabalho é apresentado: “O Rui vai abordar a arte da ilustração a um nível global, mas também dar o exemplo do Porto em concreto”, explica a fundadora da Yunyi Arts.
E há diferenças notórias, no trabalho produzido dos dois lados do mundo? “Sim, sem dúvida. Eles são muito diferentes, e isso resulta das suas influências culturais”. Mas para uns e outros “esta é a forma que encontraram de se expressarem. É um modo de comunicarem o que sentem e o que pensam”. Cada um dos 20 artistas, cujas idades “vão dos vinte e poucos anos aos quarenta e muitos”, apresenta nesta mostra duas obras. A duas e três dimensões, recorrendo ao lápis ou ao pincel, e a técnicas que vão da pintura à fotografia. Representações de mundos reais e imaginados, para ver ou rever até 31 de Outubro. S.G."
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segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Poema sem rima de homenagem a Palmira Bastos
Se não fosse o ar que, apesar de tudo, vou respirando;
se não tivesse trabalhado o que trabalhei;
se não tivesse um tecto em que me abrigo;
se não me tivesse alimentado de forma em conformidade com o corpo que tenho;
se ninguém me tivessem tratado quando adoeci;
se ninguém gostasse de mim;
se não tivesse tentado ouvir e ler o mundo,
mas tivesse dito a tudo que sim,
ESTAVA MORTO HÁ MUITO TEMPO.
Portanto, EXISTO e se existo é para dizer NÃO, nem que tenha que ser em segredo, como nas votações para os parlamentos a que se me impõe que vote, mesmo que não vote, por ser uma forma de dizer SIM, até que os oceanos levem as cinzas do que restar. Porque, afortunado, mesmo morto, nos que ficarem, estarei a dizer SIM. Sim ao AMOR, sim à AMIZADE, sim à paz que me deixaram ter - fora das humanas intrigas, das humanas mentiras, dos, difíceis de suportar, falsos sorrisos, fora de uma Humanidade movida, em boa parte, por interesses estranhos, quiçá, desumanos, cruéis, maldosos, filhos da puta. Longe (agora) de directores/administradores que nunca o conseguiram ser, longe dos amigos de ocasião. Eventualmente, SÓ, mas disposto a "MORRER DE PÉ COMO AS ÁRVORES".
De preferência, à procura, não sei onde, de uma Palmira Bastos, da minha saudade VIVA. Em tempos conturbados, desempregados, falsos - mas, ainda e sempre, iguais no azul que os envolve. Ou verde, como apregoam que é a ESPERANÇA.
Creio! Sem ajoelhar.
Estagiários portugueses - UNI-VOS!
"...) Pela facilidade na contratação de um estagiário, e pela completa ausência de encargos sociais, o estágio, por muitas vezes, é utilizado em fraude à regulamentação instituída, servindo como meio para o trabalho informal." - está escrito, por exemplo, na Wikipédia.
E as perguntas são:
- o que é que estão a fazer os deputados em relação a este assunto?
- o que é que está a fazer a Inspecção do Trabalho a propósito das eventuais transgressões ao essencial da questão?
- o que é que estão a fazer os partidos políticos a respeito das eventuais transgressões em relação aos limites da situação?
- o que é que a Comunicação Social (com a televisão na primeira linha: programa Prós e Contras, por exemplo) faz para denunciar o que se passa a este respeito?
Vou publicar também a questão no FACEBOOK - só para ver se Portugal está a dormir ou não ... Sempre quero ver se, afinal, temos o País que acabamos por merecer - ou se acordamos ... Fica o desafio aos facebookcanos: se achas que a situação dos estagiários está a ultrapassar o normal, DIZ, MULTIPLICA O PROTESTO, AGE. Pacificamente, claro.
A mim, e a quantos se sentam neste banco, tudo isto me/nos parece um número de ilusionismo de mau gosto ... De péssimo gosto: licenciados, mestres, MESTRES em estágio prolongado - p'ra quê? Que país é este? Que Europa é esta?
Para que serve a INSPECÇÃO DE TRABALHO? Para ajudar a camuflar o desemprego?...
E as perguntas são:
- o que é que estão a fazer os deputados em relação a este assunto?
- o que é que está a fazer a Inspecção do Trabalho a propósito das eventuais transgressões ao essencial da questão?
- o que é que estão a fazer os partidos políticos a respeito das eventuais transgressões em relação aos limites da situação?
- o que é que a Comunicação Social (com a televisão na primeira linha: programa Prós e Contras, por exemplo) faz para denunciar o que se passa a este respeito?
Vou publicar também a questão no FACEBOOK - só para ver se Portugal está a dormir ou não ... Sempre quero ver se, afinal, temos o País que acabamos por merecer - ou se acordamos ... Fica o desafio aos facebookcanos: se achas que a situação dos estagiários está a ultrapassar o normal, DIZ, MULTIPLICA O PROTESTO, AGE. Pacificamente, claro.
A mim, e a quantos se sentam neste banco, tudo isto me/nos parece um número de ilusionismo de mau gosto ... De péssimo gosto: licenciados, mestres, MESTRES em estágio prolongado - p'ra quê? Que país é este? Que Europa é esta?
Para que serve a INSPECÇÃO DE TRABALHO? Para ajudar a camuflar o desemprego?...
MACAU: Chipre lança concurso para abrir casino com MGM na corrida
A empresa norte-americana, uma das accionistas da concessionária de jogo de Macau, está entre as quatro que já terão manifestado interesse na concessão para operar o primeiro casino em território cipriota, com potencial para atrair um milhão de turistas por ano.
"Um novo competidor prepara-se para entrar no mercado mundial dos jogos de fortuna ou azar: o Chipre lançou um concurso público na sexta-feira passada convidando todos os interessados a manifestarem o seu interesse em obter uma concessão para o primeiro casino daquela ilha do Mediterrâneo. A MGM, uma das operadoras presentes no mercado de Macau, afigura-se como uma das interessadas.
O concurso estará aberto até 18 de Dezembro, de acordo com Constantinos Petrides, subsecretário de Estado cipriota. “Se tudo correr sem sobressaltos, a selecção final será feita dentro de 45 dias a partir de hoje [sexta-feira]”, avançou Petrides, na sua página na rede social Facebook.
Legislação aprovada em Julho pelo Parlamento do Chipre estabelece a intenção de criar um “um casino-resort diversificado e topo de gama na Europa e um dos melhores do mundo”. As operações integradas devem incluir alojamento de luxo, entretenimento, jogo e restauração de nível internacional.
Legislação aprovada em Julho pelo Parlamento do Chipre estabelece a intenção de criar um “um casino-resort diversificado e topo de gama na Europa e um dos melhores do mundo”. As operações integradas devem incluir alojamento de luxo, entretenimento, jogo e restauração de nível internacional.
As autoridades cipriotas esperam contar com até dezena e meia de candidaturas, e avançam terem já em mãos manifestações de interesse por parte de quatro grandes grupos de casinos, entre os quais a norte-americana MGM Resorts International, que é accionista do MGM Macau e está actualmente a construir o resort MGM Cotai.
As outras empresas que já estão na corrida pela licença são a Caesars, de Las Vegas; a Genting, da Malásia; e a Kerzner, do magnata sul-africano Solomon Kerzner, de acordo com fontes do Ministério do Comércio do Chipre, citadas pela Xinhua. De acordo com a agência oficial chinesa, algumas dessas empresas já terão mesmo enviado representantes àquela república do Mediterrâneo Oriental – país-membro da União Europeia (UE) – para avaliar as condições no terreno.
As outras empresas que já estão na corrida pela licença são a Caesars, de Las Vegas; a Genting, da Malásia; e a Kerzner, do magnata sul-africano Solomon Kerzner, de acordo com fontes do Ministério do Comércio do Chipre, citadas pela Xinhua. De acordo com a agência oficial chinesa, algumas dessas empresas já terão mesmo enviado representantes àquela república do Mediterrâneo Oriental – país-membro da União Europeia (UE) – para avaliar as condições no terreno.
Consultores contratados pelo Governo local esperam que o futuro resort integrado – que deverá contar com 500 quartos de luxo, pelo menos 100 mesas de apostas e um mínimo de mil máquinas de jogo – possa contribuir para um aumento no turismo, indústria que já gera 12 por cento do PIB do país. Nas previsões dos analistas consultados, o casino poderá atrair sozinho mais um milhão de turistas anuais."
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