Já fiz a "experiência": aqui há uns meses, via FACEBOOK, no caso, tentei congregar MESMO quantos me "falavam" de amizade e, em princípio, viviam, vivem, em aldeias, vilas e/ou cidades da periferia, no caso, deste BANCO e tinham tido, em tempo próprio, escola, escola/clube onde, quase obrigatoriamente, se encontravam todos os dias em tempos idos.
Pois bem: NINGUÉM, a não ser eu, no papel de "convocador", apareceu - mas, agora, continua (ainda bem!!!) a fazer anos e, por isso, a aparecer, aqui ao lado, "a máquina" a dizer-me (nos) isso mesmo. Pois bem, MEUS AMIGOS, fica escrito:
ESTÃO TODOS DE PARABÉNS - SEMPRE! Sempre que eu souber do vosso aniversário, sintam-se abraçados. Pela via que quiserem imaginar. Pode ser a do FACEBOOK, a do TWITTER, ou qualquer outra. Para casos especiais, em devido tempo, cá estarei pelo meio que achar mais direito ao coração - falido que foi aquele sugerido encontro de osso com osso ...
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Conversa com os botões
- O que é que o senhor é?
- Sou o conjunto do conjunto do que vejo e leio: "uma casa em construção para sempre" (Azeredo Perdigão). Faço bem feito uma vez, duas vezes, três. E, neste fazer, consumo saberes e experiência. Ganho prestígio. Dou entrevistas. De servente que era, tentei fazer-me mestre... E, se me dizem mestre, faço-me pagar. Estou, pois, em condições de roubar um pouco. Na base da qualidade, da fama adquirida. E assim garantir o futuro - com menores investimentos, humanos e outros. Chego à velhice com fama de bom para vários e de doidivanas para alguns, mas a história vai registar-me sabe Deus como ...
- E tu, já falaste com os teus botões? Experimenta ... Mas não me digas a que conclusão chegaste, que o teu eventual desabafo, feito COMENTÁRIO, além de poder não interessar a ninguém CÁ, pode ser importante LÁ ... Na companhia de todos os santos ... Cala-te!
Corrida de Gala, à Portuguesa, no Campo Pequeno *, em Lisboa
* a anteceder as que se esperam no "CAMPO GRANDE", dentro de dias
E assim, numa síntese da síntese, aqui brilhou, nomeadamente,
em noite de gala,
ANTÓNIO RIBEIRO TELLES
O espaço vazio que segue não é da responsabilidade da organização, mas representa a lusa arena
depois da corrida ...
Quiçá, assim preparada para eventuais
comícios políticos, que possam anteceder
o 4 de Outubro de 2015,
que encerra a temporada.
Espera-se.
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Basta de discursos, meus Senhores!
Gosto mais de touradas.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Dia do id(e)oso
O Dia Internacional do Idoso é comemorado anualmente a 1 de Outubro.
"Este dia foi instituído em 1991 pela (ONU) Organização das Nações Unidas e tem como objectivo sensibilizar a sociedade para as questões do envelhecimento e da necessidade de proteger e cuidar a população mais idosa. A mensagem do dia do idoso é passar mais carinho aos idosos, muitas vezes esquecidos pela sociedade e pela família."
E é por isso que, para os que não me conhecem pessoalmente, a não ser pelo vêem num óleo que minha mulher fez quando me surpreendeu a ler, aqui deixo uma versão, que não sendo actual, tenho nos meus arquivos como quem guarda uma radiografia:
CURTAS METRAGENS E MOMENTOS INESQUECÍVEIS - Lima, capital do Perú *
Um dia, as obrigações profissionais ao serviço de um dos diários que a voragem das contemporâneas lusas crises fez desaparecer, obrigavam a uma paragem em Lima, no Perú, que era conhecida, pelo menos, há uns anos, pelos perigos que constituía para quem "ousasse", sozinho, pisar as ruas da sua capital.
Pedi, por isso, à respectiva embaixada Lisboa que alguém, justamente em Lima, me "ciceronasse" (leia-se, me "guardasse as costas"). Simpática, a embaixada do Perú na capital portuguesa, garantiu-me, sem hesitar, o solicitado, através do seu ministério dos Negócios Estrangeiros.
E lá fui. Só que ... só que, chegado, à hora aprazada, na capital peruana, não apareceu no hotel nem guia, nem guarda-costas nenhum ... Esperei, por isso, o tempo que achei razoável na circunstância, ao fim do qual, mantendo-se a ausência do apoio garantido, telefonei, do hotel, para o ministério dos Negócios Estrangeiros peruano e disse o que tinha a dizer a propósito do verbalmente assegurado em Lisboa. Mas acrescentei, um pouco em desespero (lembro-me bem ...): "se não aparecer ninguém desse ministério a cumprir o garantido em Lisboa, dentro de uma hora, sairei, sozinho, à vossa responsabilidade, por aí, pelas ruas de Lima ..."
Resultou: passados minutos, apareceu, na recepção do hotel, um funcionário superior do ministério dos Negócios Estrangeiros peruano a assegurar-me (DIFÍCIL!, como previsto) segurança pessoal. E, "arrimado" ao meu "guarda-costas" (CULTO), fiz então a visita que, não sem algum receio, fora prevista em Lisboa, obrigatória, no trajecto profissional a cumprir.
Apontei o que o trabalho me impunha que anotasse - com a ajuda (física e cultural) do simpático funcionário (superior?) peruano que me guiou - cultural e fisicamente, na "aventura" que tudo acabou por constituir e serve para contar a netos ... e, agora, num banco de jardim ...
Dia Mundial da Música *
* Lembrar o lembrado, AQUI (ver mensagem no dia 21 de Agosto de 2011) e, assim, cantar emoção. HOJE, Dia Mundial da Música.
"Quem está aí que tenha frequentado a Veiga Beirão, em Lisboa,
e cantado, na escola, o Coro dos Caçadores,
sob a direcção do maestro Euclides Ribeiro?
Do meu velho caderno da disciplina de Canto Coral
I
"O ardor nos precipícios,
O frio pelos bosques,
A chuva, a neve, sabemos desprezar
E a morte dos servos
Dos ursos, dos lobos,
Que vão as sementes nos campos infestar
II
Oh! cruel alegria, oh! feroz delícia
Que ao toque das trompetas dás tanta perícia
Depois quando a noite nos cair sobre a testa
A Baco se presta na festa de amor
Trá, lá, lá, etc"
Assinado: Euclides Ribeiro"
"Quem está aí que tenha frequentado a Veiga Beirão, em Lisboa,
e cantado, na escola, o Coro dos Caçadores,
sob a direcção do maestro Euclides Ribeiro?
Do meu velho caderno da disciplina de Canto Coral
I
"O ardor nos precipícios,
O frio pelos bosques,
A chuva, a neve, sabemos desprezar
E a morte dos servos
Dos ursos, dos lobos,
Que vão as sementes nos campos infestar
II
Oh! cruel alegria, oh! feroz delícia
Que ao toque das trompetas dás tanta perícia
Depois quando a noite nos cair sobre a testa
A Baco se presta na festa de amor
Trá, lá, lá, etc"
Assinado: Euclides Ribeiro"
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