A fazer fé nas notícias, se hoje, em Portugal, eu fosse professor, no caso, do Ensino Secundário, o que, a certa altura, teria dito ao meu Chefe Máximo
seria o mesmo que, irritado, Cambronne, pelos modos, terá gritado a quem o quis ouvir, em plena batalha de Waterloo: MERDE. E ía para casa à espera de nova(s) batalha(s).
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