Trabalham, claro. Alguns (muitos?) trabalham mesmo muito, mas se, por exemplo, alguém vindo de uma eventual virgindade laboral entra de novo para o meio, o que sente é um diz-se-diz-se que é de fugir ...
Refiro-me a uma certa camada de funcionários públicos que, entre si se amam com os dentes e ... e, no todo ou em parte, em regra, não conseguem gostar do mesmo chefe - ou porque o acham maricas, ou porque o acham desactualizado, ou porque o acham impecilho à progressão dos trabalhadores, ou porque é do Benfica, ou porque ...
Ai do bolseiro que, por exemplo, mesmo que recheado de mérito, entre no meio (sem "vacinas"...): ou opta pelos ditos mais fortes nas suas relações quotidianas ou está lixado ...
E assim se vive em muitas repartições, secções, divisões públicas onde há sempre gente com sarampos a evitar ... Que é a que mais se queixa.
Ora, salto para uma frase orientadora, sendo certo que, em casos tais, O INIMIGO (?) é o grande motor do sucesso da equipa. E, na função pública, se não há, parece estar a cada esquina um, o inimigo, não raro, personificado no chefe que "é um filho da puta" ... Diz-se nas casas de banho e à hora do almoço ... "Aqui só para ti ... Aliás, a promovida deveria ter sido fulana, não achas? ..."
"FAZER COM FACILIDADE O QUE OS OUTROS ACHAM DIFÍCIL É TALENTO; FAZER O QUE O TALENTO ACHA IMPOSSÍVEL É GENIAL"
O resto é conversa - sussurrada.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
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