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sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

"Je suis Charlie", enquanto Charlie for LIBERDADE

Em nome de quê? De que deus? De que pessoas? De que 
bem-estar? De que liberdade? De que saber?
Quem aproveita a guerra? 
Que motivações são estas que instalam o crime?
Capital sem Trabalho?
Trabalho sem capital?
A China quer ter interesses económicos em Portugal porquê, se o seu sistema político, e oficial, é outro? Em Macau, vão acabar os casinos quando houver mudança oficial do Poder?

Porque é que os fartos de viver assim não se suicidam? Não era um bem, mas deixava de ser um mal para quem quer viver em paz e liberdade.

A sociedade comunista era mais humana, mais amiga do homem do que a que acha que não? Porquê? Mostrem-nos exemplos? Exemplos onde a liberdade de ser não brigue com a de estar ... E onde a de estar, com regras aprovadas pela maioria, seja perniciosa para ... para a MAIORIA?

Então e a dignidade, a defesa da honra? Qual honra? A de matar quem, não podendo defender-se, está por terra?
Hitler ou Estaline?
Votar em liberdade, ou dizer sim para fingir maioridade intelectual ou outra?

"Os direitos do teu dedo terminam onde começa o meu nariz"

Há religiões SOBERANAS? Em nome de que deus? 




A que título é que pode dizer-se que a manifestação de ontem nos Restauradores, em Lisboa, foi de Esquerda? Ou terá sido de Direita?
Eu estive lá - em nome de Charlie. Mas não andei a mostrar a ninguém que estava. ESTAVA.

Não seria melhor dizer, honestamente, que foi de gente que sentiu 
a liberdade de expressão ameaçada e quis reagir?
Não teria sido melhor tê-la feito, apenas, em nome da dignidade ofendida?

A Humanidade é complicada. Eu estive lá e o que vi foi, em muitos casos, mais do que um grito de liberdade, um gesto de solidariedade: foi uma oportunidade, não para dizer SIM a Charlie, como se IMPUNHA, mas para dizer talvez à DIGNIDADE HUMANA, À LIBERDADE.




sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Portugal, China e as parabólicas existentes e a haver ...















CHINA

Segundo dizem, na China só há antenas parabólicas fora dos grandes centros populacionais - onde, em princípio, a língua inglesa é pouco falada. - escrevi-o, aqui, quando mo sussurraram.

Mas  agora que estou mais crescido, ponho-me a pensar no luso antigamente e ... apetece-me imaginar esses tempos de censura  e entreter-me a contar o número de agentes mais ou menos secretos que seria necessário para controlar uma situação à chinesa ... A verdade é que, enquanto, no caso, a China tem, tinha, muito espaço interior para fingir a eventualmente perigosa liberdade de Pequim, Portugal, com tão pouca rectaguarda urbana, como é que resolveria a macro-presença de, por exemplo, uma Lisboa, poliglota, a viver entre Algés e o Lumiar ...Ainda por cima, às escondidas, como dizem que Pequim vivia ...

Ainda bem que Portugal, por enquanto, não é a China ... Chiça!...

A propósito, como é que estarão, por exemplo, as coisas em Macau, que não é, mas vai ser ?... Vou tentar, à distância, perceber os porquês daquela coisa de Hong Kong e, já agora, da liberdade actual na terra natal do poeta ADÉ, nado e criado num território cheio de casinos de grande falatório ... Falatório e dinheiros, muitos dinheiros, que, como se sabe, são sempre lenha para fogueiras ...

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