segunda-feira, 4 de abril de 2011

Reflexões de um português velho ( II )

TRIBUNAL DE CONTAS (abertas)

1. O País deve? Deve?... Mas quem é que não pagou? Escrevam.

2. Se te dissessem que os teus os teus filhos ou netos teriam que endividar os bisnetos, para fazer isto ou aquilo, tu dirias sim ou não? Vá responde. No mínimo, à tua consciência.

3. O primeiro-ministro e o P.R. quando tomam posse deveriam, ou não, receber, no acto, um "dossier" com a síntese do deve e haver do País?

4. Ajudas comunitárias. Três colunas para toda a gente conhecer:

a) Recebido (data, valor, destino anunciado)

b) Gasto (data, valor, destino concretizado)

c) Diferença. Os porquês (em três linhas). Louvar quem? Criminalizar quem, se for o caso?

Em todas as hipóteses em que isso seja viável, quem são os responsáveis públicos que subscreveram os compromissos que possam ter a ver com o bom nome de Portugal e da República?

Entretanto, divulgação pública, em tempo oportuno, do que for apurado - e visado pelo Procurador-Geral da República, por exemplo.

Sugestões ridículas, dirão alguns. Talvez o sejam, mas não são desonestas.


Fico no banco (que é de jardim, como se sabe) à espera do melhor. E, por favor, no mínimo, paguem a água que alimenta as flores que nos vão alegrando o olhar ... Estrume têm quanto basta. Cheira.

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