quarta-feira, 7 de março de 2012

Anatomia das ideias ( 0011 )

Já há muito tempo que não assistia a um debate entre os Governo e a Oposição (pela televisão, claro. E no canal da A.R., isto é, afastado dos comentários directos às diferentes intervenções). Assisti hoje. E tenho que confessar o seguinte: se os portugueses somam argumentos contra o Governo (quem sou eu para andar por aí a negar as razões do Zé?), a verdade é que a oposição mais directa, me pareceu, desculpem-me a expressão, UMA MERDA. Argumentos agarotados, coisas de miúdos de rua, engendrados apenas para chatear. Sem categoria. No caso do PS, por exemplo, um Jaime Gama não falaria assim; um Mário Soares também não; um António Costa idem. Numa palavra, gente com barba teria, de certeza, outro discurso.

Contundentes terão sido, irónicos ou não, esses sim, Francisco Louçã (Louçã ou Loiçã?) e os Jerónimos. Mas ... mas viu-se-lhes barba na cara ... E, numa expressão ou noutra, POVO, sentimento popular.

Quem ganhou o debate? Não sei - nem me interessa. O que sei é que esta Oposição, se personificada no Seguro que ouvi ... não é segura. Nem consegue assustar o Governo que temos.















Conclusão: está a apetecer-me reler as Farpas. Quiçá, a obra toda.

Raios partam isto!...


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